terça-feira, 3 de agosto de 2021

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Bolsonaro é o líder, decadente mas perigoso, de uma seita de fanáticos e lunáticos


Definir esse movimento político-psicótico como “bolsonarismo” ou identificar seus seguidores como “bolsonaristas” é dar importância histórica até maior do que realmente possui este tropeço da democracia brasileira, esse acidente que fez de um demente o meme que virou presidente.

Mas não se pode negar a sua existência danosa ao Brasil e ao mundo, variante de uma doença que ameaça a saúde republicana do país e põe em risco as nossas instituições, a começar pelo próprio estado democrático de direito e um de seus pilares mais importantes: as eleições livres e diretas.

É fake o motivo alegado pelas pessoas que vão às ruas em defesa de Bolsonaro e do voto impresso. Auditáveis as urnas eletrônicas são desde sempre. Quem conhece a apuração sabe que há o boletim impresso de cada urna e cada sessão eleitoral ao final de cada dia de votação, acessível a todos (partidos, candidatos, fiscais, imprensa). O que inexiste é um comprovante individual que identifique o voto de cada eleitor (e nem faria sentido) - mas isso também não impediria a fraude, que existia (com frequência escandalosa) quando o voto era no papel e na caneta.

Não é a tese do voto impresso e auditável que reúne essa escória: é o golpismo, a canalhice, o desejo de tomar o poder pela força armada (militares, milicianos ou seja lá o que for) e aniquilar a oposição, eliminar todo e qualquer crítico ou opositor, que na cabeça doente de fanáticos e lunáticos bolsonaristas podem ser todos resumidos à pecha de “comunistas” (de Lula a Kim Kataguiri, de João Amoedo a João Doria, de Joice Hasselmann a Boulos).

Surfando nesse fanatismo boçal, Bolsonaro comete atentados diários contra a mídia, contra o Congresso Nacional, contra o Tribunal Superior Eleitoral, contra o Supremo Tribunal Federal, contra o decoro da Presidência da República, contra a Constituição, a inteligência, o bom senso e a verdade. Tudo escorado politicamente pelo Centrão e protegido pelo foro privilegiado e pelo aparelhamento institucional (da PGR às Forças Armadas).

Mas o desespero começa a tomar conta da familícia Bolsonaro e de seus cúmplices que, cientes do derretimento eleitoral para 2022, apelam para as armas que tem (no sentido literal e figurado) para tentar se agarrar no poder a qualquer custo. Nesse contexto aumenta o perigo da ação de fanáticos e lunáticos que responderão cegamente ao mito dos tolos. O Brasil precisa reagir urgentemente com suas armas constitucionais. #ForaBolsonaro

domingo, 1 de agosto de 2021

Os 80 anos de Ney Matogrosso


No dia em que Ney Matogrosso completa 80 anos de idade é uma boa oportunidade para relembrarmos este #ProgramaDiferente especial que inaugurou nossa 5ª temporada em 2019.

https://youtu.be/3J6BPEQJDY0

quinta-feira, 29 de julho de 2021

O Brasil atinge outro patamar nas Olimpíadas com o “baile de favela” da Rebeca


Nesse período de pandemia e do bolsonarismo, dois males que assolam o país, cada medalha olímpica do Brasil - independente do número total de conquistas - merece ser festejada pela alegria que traz ao povo, pelo estímulo ao esporte de modo geral e pelo reconhecimento do mérito de cada atleta, claro!

Mas há uma característica especial em cada medalhista brasileiro (e também, coincidentemente, em atletas que foram eliminados antes das provas finais ou nem chegaram perto do pódio): histórias de vida absolutamente emocionantes, manifestações coerentes, objetivas e conscientes, posturas simples, humildes e magníficas.

Da fadinha skatista Rayssa Leal à maravilhosa ginasta negra Rebeca Andrade, passando pelos judocas Mayra Aguiar, Daniel Cargnin, Maria Portela, o mesatenista Hugo Calderano, o surfista campeão olímpico Ítalo Ferreira, para citar apenas alguns dos mais emblemáticos - cada entrevista desses atletas é inspiradora e admirável!

Posições firmes, entrega total, força, empenho, talento, garra, altruísmo e o verdadeiro espírito olímpico, com lágrimas sinceras na vitória e na derrota, o reconhecimento do papel cidadão de todos esses jovens nas suas modalidades esportivas mas também em questões atuais humanas e civilizatórias, e no enfrentamento aos preconceitos raciais, ou de gênero, ou de sexualidade - entre outras causas justas.

Essas Olimpíadas definitivamente sobem o sarrafo da qualidade e da pluralidade das delegações olímpicas. É inestimável o que representa cada pronunciamento da norte-americana Simone Biles ao expor suas fragilidades psíquicas, da craque do futebol Marta ao oferecer seus gols à esposa, ou a cada post do carismático Douglas, do vôlei, o primeiro atleta brasileiro assumidamente gay numa seleção brasileira. Dias melhores virão ao som do funk e da diversidade.

#ForaBolsonaro: O golpe tá aí, cai quem quer!


Nesta sexta-feira, 30 de julho, a partir das 16h, você pode acompanhar este importante debate sobre um tema que se torna recorrente nas ameaças golpistas do desgoverno Bolsonaro e na relação das Forças Armadas com as instituições democráticas e republicanas.

Acesse pela página do Facebook e pelo canal do Youtube da FAP (Fundação Astrojildo Pereira). Assista e participe online. Nós aqui seguimos na defesa do estado democrático de direito e na corrente pelo #ForaBolsonaro.

Bolsonarismo é doença


Há muitas pessoas que convivem com distúrbios mentais, problemas cognitivos, deficiências das mais diversas. Mas o bolsonarismo é um tipo singular e letal de sociopatia - algo que definitivamente nos impede de considerar o bolsonarista um ser humano normal, racional, civilizado.

Se não bastasse essa subespécie brasileira tratar o meme que virou presidente como mito, quando não passa de um mitômano, fascista, delinquente, desumano, demente, irresponsável, incompetente, a patologia do bolsonarismo se manifesta com surtos de cretinice extrema, negacionismo, obscurantismo e perversões variadas.

Quando ontem, 28 de julho, o órgão oficial de comunicação do desgoverno Bolsonaro, o acéfalo, celebrou o Dia do Agricultor com a imagem de um jagunço ou miliciano armado no meio de uma plantação nem chega a surpreender, embora nos provoque revolta, repúdio, indignação, vergonha.

Afinal, esse é o comportamento típico de um doente bolsonarista - qualquer um contaminado pelo bolsonavírus, este mal que destrói o cérebro e a alma do paciente. A vacina para erradicar essa doença - já dissemos e insistimos aqui - é constitucional: interdição psiquiátrica e impeachment. Cadeia. Manicômio judicial. #ForaBolsonaro

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Bolsonarismo é o esgoto da sociedade


Realmente, político bolsonarista é a escória da humanidade. Não que tenham surgido do nada, sabemos disso. Eles já estavam por aí espalhados. O que a eleição de Bolsonaro conseguiu foi juntar todos eles do mesmo lado. Empoderar essa podridão.

Ao menos agora temos clareza sobre quem devemos enfrentar e vencer. Repudiamos toda essa corja de bandidos, canalhas, corruptos, milicianos, fascistas, negacionistas, obscurantistas, populistas, hipócritas, demagogos… em resumo, tudo em torno de Bolsonaro e ele próprio.

terça-feira, 27 de julho de 2021

#Bolsonaro2022: no presídio ou no manicômio judiciário?


O presidente demente se supera. Já considerado pária mundial, a última proeza de Bolsonaro foi se reunir com uma deputada neonazista, neta de ex-ministro de Hitler, investigada e desacreditada na própria Alemanha. Aonde essa besta quer chegar?

Se não bastasse, o amigão Queiroz - aquele que foi preso no caso das rachadinhas e ficou escondido na casa do advogado da familícia - postou nas redes sociais que está se sentindo abandonado e fez uma ameaça indireta ao lembrar que sua “metralhadora está cheia de balas”.

Enquanto isso, como reagem as instituições democráticas e republicanas? O Congresso Nacional segue em recesso, com os presidentes da Câmara e do Senado omissos ou cúmplices - assim como a maioria dos parlamentares. No STF, Bolsonaro vai nomear mais um advogado de defesa, da mesma estirpe do Procurador Geral da República. De onde virá o remédio constitucional?

Corruptos, milicianos, neonazistas, golpistas, mafiosos, assaltantes dos cofres públicos - toda a corja está reunida em torno do meme que virou presidente. Quanto mais inepto, lunático, irresponsável, incompetente, negacionista, obscurantista e criminoso, mais sintonizado com o bolsonarismo.

Nós seguimos por aqui denunciando as práticas diárias e sucessivas de crimes de responsabilidade, a falta de decoro e o comprometimento deste desgoverno com o que existe de pior na sociedade - e até de mais repugnante na humanidade. É #ForaBolsonaro com impeachment e prisão. Simples assim.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Conceitos de “marginal” e “vagabundo” atualizados com sucesso


Sou do tempo em que andar de skate era proibido em São Paulo. Eu tinha 13 anos - a idade da nossa medalhista olímpica Rayssa Leal - e o então prefeito Jânio Quadros mandava prender e apreender quem o desafiasse e saísse por aí de prancha com rodinhas fazendo suas manobras.

A prática só foi liberada anos depois, com a posse da prefeita Luiza Erundina. Eram outros tempos, em que a modalidade esportiva - assim como o surfe, que também estreia agora nas Olimpíadas de Tóquio - era considerada atividade de marginais e vagabundos.

Eu queria ver a cara do tresloucado Jânio, hoje em dia, assistindo ao Brasil conquistar suas medalhas olímpicas como as pratas da fadinha Rayssa e do também ainda jovem Kelvin Hoefler, embora ele já com o dobro da idade dela aos 27 anos.

A soma da idade dos dois é quase o número de anos que se passaram desde aqueles tempos em que Jânio mandava os skatistas para o Juizado de Menores como infratores e delinquentes até agora, em que as pranchas (sobre rodas e ondas) são os acessórios que dão superpoderes aos novos heróis nacionais.

É engraçado esse pensamento nostálgico, essa viagem no tempo. Havia um toque folclórico e um tanto inocente nos anos 80. Mas quem diria que um menino daquela geração, saudoso do skate surrado e da velha prancha, assistiria a essa transformação tão radical - num sentido maior até que o termo que identifica os esportes de ação e adrenalina.

Fica tudo ainda mais inusitado ao lembrarmos que naquela mesma época Jair Messias Bolsonaro, defenestrado do Exército, trocava a patente de capitão pelo mandato de vereador do Rio de Janeiro, eleito em 1988 aos 33 anos e desde então sustentado por recursos públicos da sua aposentadoria militar (acrescida depois da aposentadoria parlamentar pelas três décadas como deputado medíocre).

Aí a gente percebe que passou da hora de atualizar os conceitos de MARGINAL e VAGABUNDO. Dos tempos do janismo e do malufismo, onda em que políticos como Bolsonaro surfaram para se dar bem na vida, até ele próprio consolidar o bolsonarismo, graças à escória de seguidores e eleitores que pensam e agem como ele, muita coisa mudou.

Mas a canalhice e a hipocrisia de velhacos da política como Bolsonaro e os bolsonaristas continuam as mesmas. Políticos demagogos, populistas, autoritários, corruptos, ineptos - e ainda mais retrógrados, obscurantistas, negacionistas, preconceituosos, mafiosos, facínoras. Ou, resumindo, marginais e vagabundos.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Como o Brasil vai reagir às ameaças de golpe e defender a democracia e suas instituições?


Afinal de contas, essas ameaças reiteradas de não haver eleição em 2022 se não forem atendidas as exigências deste ou daquele, isso ou aquilo, de presidente demente e general lunático, são pra valer?

E as instituições democráticas e republicanas vão reagir como e quando? Bastam notinhas de repúdio para a imprensa ou postagens indignadas nas redes sociais? É sério que este é o máximo que o estado democrático de direito tem a oferecer?

A essa altura, silêncio e omissão atestam apenas cumplicidade. O tal Braga Netto age sozinho? Bolsonaro não tem nada com isso? E a ameaça procede de fato ou não? O que Arthur Lira diz? Como o Congresso vai reagir? Apenas pelo twitter?

Notas e posts servem para marcar posição mas tem efeito prático zero. Precisamos atuar institucionalmente, fazer política e defender ativamente o estado democrático de direito. Cadê nossos representantes? Qual vai ser o limite tolerável para reagirmos? Esperar até quando?

É triste acompanhar as redes sociais dos nossos parlamentares. Vivem em outro planeta? Será a Terra Plana? Não é à toa que Bolsonaro define o Brasil como “um país de maricas” (e eu falo de hombridade, não de sexualidade). A começar por esses seus ministros canalhas e um bando de congressistas borra-botas.

Tudo que Bolsonaro e os militares disseram e fizeram até agora é gravíssimo e criminoso. Os exemplos se avolumam, apenas, enquanto a maioria dos deputados e senadores seguem inertes, como os presidentes da Câmara e do Senado que a base governista ajudou a eleger.

Arthur Lira não confirma a ameaça do ministro da Defesa e não reage institucionalmente como deveria. Vamos fazer política e defender a democracia só nas redes sociais? Até quando? Que garantia temos das eleições em 2022? O que Lira dirá: “La garantia soy yo”?

O presidente da Câmara é omisso, cúmplice, irresponsável, covarde. Tem que dizer se as ameaças procedem ou não e honrar suas obrigações constitucionais. Tome uma atitude digna! Tire a bunda de cima dos processos de impeachment que se acumulam e cumpra seu ofício pelo #ForaBolsonaro!