quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Teste rápido de democracia


Você vê nessa foto um canalha, fascista, nazista, genocida, criminoso, vagabundo? Pois então, os outros são Mussolini e Hitler. Mas todos chegaram ao poder graças a seguidores e admiradores fanáticos, lunáticos e sociopatas.

Claro que o nosso presidente demente não chega aos pés de outros líderes mundiais endemoniados da História. Nem tamanho, nem inteligência tem para tanto, apesar do mau-caratismo ser do mesmo nível.

Mas as ameaças diárias de golpe, o ódio, o autoritarismo, o apego ao poder, a paixão pela morte, o fascínio por armas, ditadores e torturadores, dá um lugarzinho ao meme que o Brasil elegeu presidente por acidente no pódio olímpico ao lado desses outros dois vermes.

Agora Bolsonaro deu um passo além na escalada golpista e admite “jogar fora das quatro linhas constitucionais”. Como um time de várzea (político e ser humano medíocre que é) já admitia ganhar a eleição no tapetão.

Insufla seus seguidores lunáticos contra as instituições democráticas e republicanas, ameaça o estado de direito, arma suas milícias e deve - ele antes de nós, obviamente - ser contido e impedido de cometer suas sandices e atrocidades. Ou não?

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Sobre a transparência e a invisibilidade dos políticos na Terra Plana do Bolsonaro


Percebe que, no mundo real, transparência e invisibilidade na política são conceitos opostos, contraditórios e inconciliáveis? Aliás, você tem noção do retrocesso que representa o bolsonarismo para a essência do estado democrático de direito, com seus ataques diários às instituições e o achaque de atos (e omissões) flagrantemente inconstitucionais?

Pois veja que ao mesmo tempo em que Bolsonaro e sua corja de fanáticos e lunáticos pedem o voto impresso, por exemplo, em nome da transparência, o mito mitômano decreta 100 anos de sigilo em tudo que envolve o seu desgoverno (das decisões do ex-ministro Pazuello à presença dos próprios filhos no Planalto). Faz algum sentido para quem tem mais de dois neurônios?

E a base parlamentar bolsonarista, que usa a mesma narrativa fake da transparência para na realidade usar a capa mágica da invisibilidade, esconder a podridão em que esses políticos estão chafurdados e dar um chá-de-sumiço em denúncias, processos, fiscalizações e punições que até então podiam lhes alcançar - bandidos que sempre foram!

É isso que está na pauta diária de votações no Congresso. O próximo escândalo é uma reforma eleitoral canalha, que aumenta de modo vexatório o uso de dinheiro público e favorece de todas as formas a reeleição dos mesmos parlamentares de rabo preso com a corrupção, por meio de manobras criminosas que driblam a justiça e as restrições legais para garantir um vale-tudo e o libera geral à impunidade e à criminalidade.

Assim são aprovadas aberrações, por iniciativa de Bolsonaro e de seu ajudante de ordens na Câmara, Arthur Lira, mas sob a cumplicidade e a omissão de uma maioria muitas vezes invisível de deputados e senadores de diversos partidos (inclusive de alguns que se dizem oposição). E nessa lista vem orçamento secreto, aumento do fundão, boiada do Salles, PL da Grilagem, fim da ficha limpa, distritão e outras manobras dignas de milícia.

Daí que armar a população para uma guerra civil e o extermínio de qualquer um que ameaçar a perpetuação do plano bolsonarista no poder vira um instrumento legítimo para os atuais inquilinos da Presidência. Dominam o Congresso, implodem a República, aparelham as instituições ao bel prazer, calam as vozes contrárias e pronto! Este é o Brasil de Bolsonaro!

O que nos restará como legado do bolsonarismo é um país de bandidos, milicianos, mentecaptos, negacionistas, obscurantistas, com a lição de que o crime e a mentira compensam. Que tipo de cafajeste pode roubar dinheiro de vacina enquanto 600 mil brasileiros estão morrendo na pandemia? Ou que veta o acesso de pacientes aos remédios contra o câncer para favorecer grandes empresas e lucrar por vias tortas?

Que escória é essa que aceita com tanta naturalidade um boçal que prega o golpe, a ditadura e a tortura? Que faz pouco caso da vida e da saúde do próprio povo? Que comete crimes de responsabilidade diários, que atenta contra o decoro do cargo, que patrocina a morte, o desmatamento, além do esquema mafioso de fake news e suas campanhas difamatórias e antidemocráticas, anti-vacina, anti-cultura e anti-ciência?

Será que vale tudo pelo voto, pelo poder político e pelo enfrentamento ideológico, por mais surreal que possa ser essa guerra contra comunistas imaginários escondidos por todos os cantos da Terra na mente doentia dos seguidores de Bolsonaro? Quando nós, brasileiros, vamos acordar desse pesadelo, botar a mão na consciência e reagir para jogar no lixo da História este demente que o Brasil elegeu presidente? #ForaBolsonaro

terça-feira, 3 de agosto de 2021

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Bolsonaro é o líder, decadente mas perigoso, de uma seita de fanáticos e lunáticos


Definir esse movimento político-psicótico como “bolsonarismo” ou identificar seus seguidores como “bolsonaristas” é dar importância histórica até maior do que realmente possui este tropeço da democracia brasileira, esse acidente que fez de um demente o meme que virou presidente.

Mas não se pode negar a sua existência danosa ao Brasil e ao mundo, variante de uma doença que ameaça a saúde republicana do país e põe em risco as nossas instituições, a começar pelo próprio estado democrático de direito e um de seus pilares mais importantes: as eleições livres e diretas.

É fake o motivo alegado pelas pessoas que vão às ruas em defesa de Bolsonaro e do voto impresso. Auditáveis as urnas eletrônicas são desde sempre. Quem conhece a apuração sabe que há o boletim impresso de cada urna e cada sessão eleitoral ao final de cada dia de votação, acessível a todos (partidos, candidatos, fiscais, imprensa). O que inexiste é um comprovante individual que identifique o voto de cada eleitor (e nem faria sentido) - mas isso também não impediria a fraude, que existia (com frequência escandalosa) quando o voto era no papel e na caneta.

Não é a tese do voto impresso e auditável que reúne essa escória: é o golpismo, a canalhice, o desejo de tomar o poder pela força armada (militares, milicianos ou seja lá o que for) e aniquilar a oposição, eliminar todo e qualquer crítico ou opositor, que na cabeça doente de fanáticos e lunáticos bolsonaristas podem ser todos resumidos à pecha de “comunistas” (de Lula a Kim Kataguiri, de João Amoedo a João Doria, de Joice Hasselmann a Boulos).

Surfando nesse fanatismo boçal, Bolsonaro comete atentados diários contra a mídia, contra o Congresso Nacional, contra o Tribunal Superior Eleitoral, contra o Supremo Tribunal Federal, contra o decoro da Presidência da República, contra a Constituição, a inteligência, o bom senso e a verdade. Tudo escorado politicamente pelo Centrão e protegido pelo foro privilegiado e pelo aparelhamento institucional (da PGR às Forças Armadas).

Mas o desespero começa a tomar conta da familícia Bolsonaro e de seus cúmplices que, cientes do derretimento eleitoral para 2022, apelam para as armas que tem (no sentido literal e figurado) para tentar se agarrar no poder a qualquer custo. Nesse contexto aumenta o perigo da ação de fanáticos e lunáticos que responderão cegamente ao mito dos tolos. O Brasil precisa reagir urgentemente com suas armas constitucionais. #ForaBolsonaro

domingo, 1 de agosto de 2021

Os 80 anos de Ney Matogrosso


No dia em que Ney Matogrosso completa 80 anos de idade é uma boa oportunidade para relembrarmos este #ProgramaDiferente especial que inaugurou nossa 5ª temporada em 2019.

https://youtu.be/3J6BPEQJDY0

quinta-feira, 29 de julho de 2021

O Brasil atinge outro patamar nas Olimpíadas com o “baile de favela” da Rebeca


Nesse período de pandemia e do bolsonarismo, dois males que assolam o país, cada medalha olímpica do Brasil - independente do número total de conquistas - merece ser festejada pela alegria que traz ao povo, pelo estímulo ao esporte de modo geral e pelo reconhecimento do mérito de cada atleta, claro!

Mas há uma característica especial em cada medalhista brasileiro (e também, coincidentemente, em atletas que foram eliminados antes das provas finais ou nem chegaram perto do pódio): histórias de vida absolutamente emocionantes, manifestações coerentes, objetivas e conscientes, posturas simples, humildes e magníficas.

Da fadinha skatista Rayssa Leal à maravilhosa ginasta negra Rebeca Andrade, passando pelos judocas Mayra Aguiar, Daniel Cargnin, Maria Portela, o mesatenista Hugo Calderano, o surfista campeão olímpico Ítalo Ferreira, para citar apenas alguns dos mais emblemáticos - cada entrevista desses atletas é inspiradora e admirável!

Posições firmes, entrega total, força, empenho, talento, garra, altruísmo e o verdadeiro espírito olímpico, com lágrimas sinceras na vitória e na derrota, o reconhecimento do papel cidadão de todos esses jovens nas suas modalidades esportivas mas também em questões atuais humanas e civilizatórias, e no enfrentamento aos preconceitos raciais, ou de gênero, ou de sexualidade - entre outras causas justas.

Essas Olimpíadas definitivamente sobem o sarrafo da qualidade e da pluralidade das delegações olímpicas. É inestimável o que representa cada pronunciamento da norte-americana Simone Biles ao expor suas fragilidades psíquicas, da craque do futebol Marta ao oferecer seus gols à esposa, ou a cada post do carismático Douglas, do vôlei, o primeiro atleta brasileiro assumidamente gay numa seleção brasileira. Dias melhores virão ao som do funk e da diversidade.

#ForaBolsonaro: O golpe tá aí, cai quem quer!


Nesta sexta-feira, 30 de julho, a partir das 16h, você pode acompanhar este importante debate sobre um tema que se torna recorrente nas ameaças golpistas do desgoverno Bolsonaro e na relação das Forças Armadas com as instituições democráticas e republicanas.

Acesse pela página do Facebook e pelo canal do Youtube da FAP (Fundação Astrojildo Pereira). Assista e participe online. Nós aqui seguimos na defesa do estado democrático de direito e na corrente pelo #ForaBolsonaro.

Bolsonarismo é doença


Há muitas pessoas que convivem com distúrbios mentais, problemas cognitivos, deficiências das mais diversas. Mas o bolsonarismo é um tipo singular e letal de sociopatia - algo que definitivamente nos impede de considerar o bolsonarista um ser humano normal, racional, civilizado.

Se não bastasse essa subespécie brasileira tratar o meme que virou presidente como mito, quando não passa de um mitômano, fascista, delinquente, desumano, demente, irresponsável, incompetente, a patologia do bolsonarismo se manifesta com surtos de cretinice extrema, negacionismo, obscurantismo e perversões variadas.

Quando ontem, 28 de julho, o órgão oficial de comunicação do desgoverno Bolsonaro, o acéfalo, celebrou o Dia do Agricultor com a imagem de um jagunço ou miliciano armado no meio de uma plantação nem chega a surpreender, embora nos provoque revolta, repúdio, indignação, vergonha.

Afinal, esse é o comportamento típico de um doente bolsonarista - qualquer um contaminado pelo bolsonavírus, este mal que destrói o cérebro e a alma do paciente. A vacina para erradicar essa doença - já dissemos e insistimos aqui - é constitucional: interdição psiquiátrica e impeachment. Cadeia. Manicômio judicial. #ForaBolsonaro

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Bolsonarismo é o esgoto da sociedade


Realmente, político bolsonarista é a escória da humanidade. Não que tenham surgido do nada, sabemos disso. Eles já estavam por aí espalhados. O que a eleição de Bolsonaro conseguiu foi juntar todos eles do mesmo lado. Empoderar essa podridão.

Ao menos agora temos clareza sobre quem devemos enfrentar e vencer. Repudiamos toda essa corja de bandidos, canalhas, corruptos, milicianos, fascistas, negacionistas, obscurantistas, populistas, hipócritas, demagogos… em resumo, tudo em torno de Bolsonaro e ele próprio.

terça-feira, 27 de julho de 2021

#Bolsonaro2022: no presídio ou no manicômio judiciário?


O presidente demente se supera. Já considerado pária mundial, a última proeza de Bolsonaro foi se reunir com uma deputada neonazista, neta de ex-ministro de Hitler, investigada e desacreditada na própria Alemanha. Aonde essa besta quer chegar?

Se não bastasse, o amigão Queiroz - aquele que foi preso no caso das rachadinhas e ficou escondido na casa do advogado da familícia - postou nas redes sociais que está se sentindo abandonado e fez uma ameaça indireta ao lembrar que sua “metralhadora está cheia de balas”.

Enquanto isso, como reagem as instituições democráticas e republicanas? O Congresso Nacional segue em recesso, com os presidentes da Câmara e do Senado omissos ou cúmplices - assim como a maioria dos parlamentares. No STF, Bolsonaro vai nomear mais um advogado de defesa, da mesma estirpe do Procurador Geral da República. De onde virá o remédio constitucional?

Corruptos, milicianos, neonazistas, golpistas, mafiosos, assaltantes dos cofres públicos - toda a corja está reunida em torno do meme que virou presidente. Quanto mais inepto, lunático, irresponsável, incompetente, negacionista, obscurantista e criminoso, mais sintonizado com o bolsonarismo.

Nós seguimos por aqui denunciando as práticas diárias e sucessivas de crimes de responsabilidade, a falta de decoro e o comprometimento deste desgoverno com o que existe de pior na sociedade - e até de mais repugnante na humanidade. É #ForaBolsonaro com impeachment e prisão. Simples assim.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Conceitos de “marginal” e “vagabundo” atualizados com sucesso


Sou do tempo em que andar de skate era proibido em São Paulo. Eu tinha 13 anos - a idade da nossa medalhista olímpica Rayssa Leal - e o então prefeito Jânio Quadros mandava prender e apreender quem o desafiasse e saísse por aí de prancha com rodinhas fazendo suas manobras.

A prática só foi liberada anos depois, com a posse da prefeita Luiza Erundina. Eram outros tempos, em que a modalidade esportiva - assim como o surfe, que também estreia agora nas Olimpíadas de Tóquio - era considerada atividade de marginais e vagabundos.

Eu queria ver a cara do tresloucado Jânio, hoje em dia, assistindo ao Brasil conquistar suas medalhas olímpicas como as pratas da fadinha Rayssa e do também ainda jovem Kelvin Hoefler, embora ele já com o dobro da idade dela aos 27 anos.

A soma da idade dos dois é quase o número de anos que se passaram desde aqueles tempos em que Jânio mandava os skatistas para o Juizado de Menores como infratores e delinquentes até agora, em que as pranchas (sobre rodas e ondas) são os acessórios que dão superpoderes aos novos heróis nacionais.

É engraçado esse pensamento nostálgico, essa viagem no tempo. Havia um toque folclórico e um tanto inocente nos anos 80. Mas quem diria que um menino daquela geração, saudoso do skate surrado e da velha prancha, assistiria a essa transformação tão radical - num sentido maior até que o termo que identifica os esportes de ação e adrenalina.

Fica tudo ainda mais inusitado ao lembrarmos que naquela mesma época Jair Messias Bolsonaro, defenestrado do Exército, trocava a patente de capitão pelo mandato de vereador do Rio de Janeiro, eleito em 1988 aos 33 anos e desde então sustentado por recursos públicos da sua aposentadoria militar (acrescida depois da aposentadoria parlamentar pelas três décadas como deputado medíocre).

Aí a gente percebe que passou da hora de atualizar os conceitos de MARGINAL e VAGABUNDO. Dos tempos do janismo e do malufismo, onda em que políticos como Bolsonaro surfaram para se dar bem na vida, até ele próprio consolidar o bolsonarismo, graças à escória de seguidores e eleitores que pensam e agem como ele, muita coisa mudou.

Mas a canalhice e a hipocrisia de velhacos da política como Bolsonaro e os bolsonaristas continuam as mesmas. Políticos demagogos, populistas, autoritários, corruptos, ineptos - e ainda mais retrógrados, obscurantistas, negacionistas, preconceituosos, mafiosos, facínoras. Ou, resumindo, marginais e vagabundos.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Como o Brasil vai reagir às ameaças de golpe e defender a democracia e suas instituições?


Afinal de contas, essas ameaças reiteradas de não haver eleição em 2022 se não forem atendidas as exigências deste ou daquele, isso ou aquilo, de presidente demente e general lunático, são pra valer?

E as instituições democráticas e republicanas vão reagir como e quando? Bastam notinhas de repúdio para a imprensa ou postagens indignadas nas redes sociais? É sério que este é o máximo que o estado democrático de direito tem a oferecer?

A essa altura, silêncio e omissão atestam apenas cumplicidade. O tal Braga Netto age sozinho? Bolsonaro não tem nada com isso? E a ameaça procede de fato ou não? O que Arthur Lira diz? Como o Congresso vai reagir? Apenas pelo twitter?

Notas e posts servem para marcar posição mas tem efeito prático zero. Precisamos atuar institucionalmente, fazer política e defender ativamente o estado democrático de direito. Cadê nossos representantes? Qual vai ser o limite tolerável para reagirmos? Esperar até quando?

É triste acompanhar as redes sociais dos nossos parlamentares. Vivem em outro planeta? Será a Terra Plana? Não é à toa que Bolsonaro define o Brasil como “um país de maricas” (e eu falo de hombridade, não de sexualidade). A começar por esses seus ministros canalhas e um bando de congressistas borra-botas.

Tudo que Bolsonaro e os militares disseram e fizeram até agora é gravíssimo e criminoso. Os exemplos se avolumam, apenas, enquanto a maioria dos deputados e senadores seguem inertes, como os presidentes da Câmara e do Senado que a base governista ajudou a eleger.

Arthur Lira não confirma a ameaça do ministro da Defesa e não reage institucionalmente como deveria. Vamos fazer política e defender a democracia só nas redes sociais? Até quando? Que garantia temos das eleições em 2022? O que Lira dirá: “La garantia soy yo”?

O presidente da Câmara é omisso, cúmplice, irresponsável, covarde. Tem que dizer se as ameaças procedem ou não e honrar suas obrigações constitucionais. Tome uma atitude digna! Tire a bunda de cima dos processos de impeachment que se acumulam e cumpra seu ofício pelo #ForaBolsonaro!

O desgoverno Bolsonaro morreu; agora o Centrão vai escolher o momento oportuno para enterrar de vez o meme que virou presidente!


O Centrão é assim: governa e desgoverna desde sempre! Se bobear, aportaram no Brasil junto com Cabral (o navegador português, não o ex-governador preso por corrupção; mas também estiveram com aquele no Governo do Rio enquanto ele rendia lucros e dividendos; assim como em qualquer gestão de direita, esquerda ou centro).

“Se hay gobierno, estoy dentro”, é o 1º mandamento do mais legítimo representante deste agrupamento político e mafioso multipartidário. Começou folclórico, virou uma verdadeira milícia. Desde a redemocratização, não deixou de apoiar nenhum presidente da República. A ideologia que interessa ao Centrão é mais poder e dinheiro na mão - de qualquer origem, de qualquer bandeira, sem preconceitos nem escrúpulos.

A raiz do atual Centrão vem de colaboradores do regime militar que viraram a casaca para apoiar a eleição indireta de Tancredo e Sarney contra Maluf no colégio eleitoral em 1985. Seus tentáculos partem do Congresso Nacional, com predileção pelo governo federal, mas abraçam também estados e municípios (inclusive o próprio Maluf, o adversário original quando se tornou prefeito paulistano anos depois, para provar que não era nada pessoal). Interessa repartir o bolo.

Muita gente fala no tal “sistema”, ou “status quo” - é aí que o Centrão habita como parasita. Atuou na Constituinte, governou com Sarney até a economia ficar em frangalhos e a popularidade dele se esgotar, ajudou a eleger e derrubar Collor, governou com Itamar, governou com FHC, surfou na onda do Lula, ficou com Dilma até o impeachment que eles ajudaram a articular, sobreviveram à Lava Jato com Temer e chegaram enfim a Bolsonaro.

Ah! Bolsonaro! Jair Messias virou o salvador do Centrão. Enfim o mito mitômano abandonou aquele discurso engana-trouxa contra o sistema e voltou para os braços daqueles que compõem seu verdadeiro habitat, como deputado medíocre por 30 anos chafurdado no fisiologismo e na corrupção do baixo clero e no esgoto da política. Como presidente não seria diferente.

Pois Bolsonaro anuncia uma “reforma ministerial” para dar mais poder, cargos e dinheiro aos políticos do Centrão. Faz um afago especial ao PP, com sua nova marca Progressistas - o nome fantasia da velha Arena que virou PDS, PPR, PPB, PP e a PQP (tanto faz!) - ao nomear Ciro Nogueira, seu presidente nacional e chefe da quadrilha, para o Ministério (e indicar também uma possível filiação partidária para 2022, voltando às próprias origens bolsonaristas).

Bolsonaro é mais do mesmo. Só enxergou outra coisa quem quis, por desinformação, ignorância, cretinice, oportunismo ou canalhice. Quem votou em Bolsonaro e se arrependeu ainda tem salvação, claro! Serão bem-vindos na defesa do Brasil, da democracia e do estado de direito. Agora, quem continua com essa corja é cúmplice e, com Bolsonaro, deve ser despejado no lixo da História. 👋 🚽

quarta-feira, 21 de julho de 2021

O Brasil de Bolsonaro nas Olimpíadas


Estão começando os Jogos Olímpicos - e como nós temos um presidente com alegado histórico de atleta, não poderíamos jamais ignorar os esportes dominados pelo Brasil nessa nova era do bolsonarismo. Viva as Olimpíadas! Viva o espírito olímpico!

As meninas da seleção brasileira de futebol feminino já meteram logo 5 x 0 na estreia contra a China para reafirmar o nosso anticomunismo. Daquele país de bandeira vermelha não queremos vacina, conversa, nem nada (só manter nossas exportações, o agronegócio e tomar o dinheiro desses FDPs de olhos puxados, mas isso não vem ao caso agora).

Enfim, nossos deputados e senadores (com ampla participação da base bolsonarista) acabam de levar medalha de ouro, prata e bronze em assalto triplo ao Orçamento (de R$ 2 bi para R$ 6 bi) e levantamento de peso do fundão eleitoral por equipe, partido ou quadrilha.

Também temos outros campeões olímpicos em atletismo, com destaque para a corrida do impeachment, o arremesso de fake news, o lançamento de filhos candidatos, o revezamento 4x100 em dólar e também o revezamento de parlamentar miliciano na tropa de choque governista na CPI.

Temos ainda o assalto livre e com vara (e todo tipo de arma liberada pelo presidente demente), o badmito, o basquete de quadra e o 3x3 com transferência para o caixa 2, o boxe verborrágico e os tacos de beisebol, de golfe e ainda o material dos esportes a remo para aprimorar a tortura dos opositores.

E o que dizer então dos nossos campeões no pentatlo moderno e no decatlo da corrupção, no halteropropinismo, na ciclotimia dos congressistas e no sapatênis de candidato em campanha? E na canoagem em rios de dinheiro público? E na escalada do Centrão ao governo (qualquer governo) da ocasião?

Temos esgrima inter e intrapartidária, ginástica para justificar o voto com a base bolsonarista, artes marciais para treinar todo tipo de golpe tendo como alvo permanecer no poder em 2022, handebol reforçado de arminha com os dedos e até hipismo em jumento bolsonarista.

Natação também é o forte do atleta bolsonarista. Nas redes, nada de braçada. No governo, nada de útil. Nada de produtivo. Nada pela frente mas faz até piruetas pelas costas. Tem ainda surfe na onda da lava jato e tiro no pé de quem acreditou que era verdade. E tem o vôlei, porque político adora levar uma bolada antes de votar qualquer projeto - fora o saque na conta do funcionário fantasma e o levantamento da rachadinha.

Faltou o skate, que já foi até considerado passatempo de marginal por muito político conservador e - quem diria! - virou esporte olímpico. Mas, como tudo na vida tem dois lados, hoje é justo aquele político que posava de conservador que verdadeiramente se revela um marginal da pior estirpe.

O tiro com arco passa quase despercebido, porque arco e flecha lembra índio, floresta, sustentabilidade - esse mimimi todo de ONG esquerdista. Atirar mesmo só munição pesada - ou palavras ao vento, que nos remetem à Vela (e que mudem logo os ventos a favor do Brasil…).

Mas a vela que todos nós esperamos é aquela para acender antes, durante e depois das Olimpíadas (e das eleições) para orar pelo impeachment e enfim agradecer pelo #ForaBolsonaro que é urgente. Vamos às ruas em 24 de julho, em 12 de setembro e sempre! Até a vitória merecida!

terça-feira, 20 de julho de 2021

Tiro no pé: Deputados e senadores entregam de mão beijada o poder de veto ao fundão eleitoral de R$ 6 bi para Bolsonaro


Bolsonaro, aquele que quase morre sempre que a situação complica (mas que nunca acontece nada porque, como dizia a minha avó, “vaso ruim não quebra”), deve vetar o aumento triplicado do fundão eleitoral de R$ 2 bi para R$ 6 bi.

Com isso, o presidente demente vai resgatar para alguns aquela imagem de herói autêntico, corajoso e solitário contra o sistema corrupto. Uma falácia, mas que permite alimentar essa narrativa fake e oportunista entre os bolsonaristas graças à incompetência e à irresponsabilidade de TODOS os deputados e senadores.

Quem votou a favor da LDO com o aumento embutido, tem culpa (e é cúmplice) porque sabia que nenhuma emenda contra o fundão seria aprovada. Quem votou contra ao menos marcou posição e denunciou a manobra, mas igualmente permitiu (foi omisso) que não se fizesse uma votação nominal na emenda contra o aumento.

Então, quem hoje alega que votou contra o aumento do fundão mente um pouquinho, de qualquer modo. Venceu o acordão da maioria. Recorrer ao STF também parece medida para inglês ver, inclusive porque parlamentares de partidos que orientaram pela aprovação da LDO não têm moral nem legitimidade para questionar nada!

Resumo da ópera: Bolsonaro vai vetar o aumento e marcar pontos importantes no seu marketing pessoal e eleitoral. Deputados e senadores mostram o lixo que são e, na pior das hipóteses, terão mantidos os R$ 2 bi para torrar nas eleições (pois o fundo é determinado por lei específica; o veto não tem poder para zerar esse recurso orçamentário).

Nós aqui seguimos fazendo a nossa parte: denunciamos políticos canalhas, demagogos, oportunistas, hipócritas, mentirosos, criminosos. Bolsonaro é um deles, hoje simbolicamente o maior, mas certamente não é o único. Tem mandatário cafajeste em todos os partidos. O Brasil tá lascado!

sábado, 17 de julho de 2021

Pacotão dos vereadores aprova LDO e cria taxa para aplicativos de entrega e transporte (que vai sair do nosso bolso), enquanto beneficia igrejas, clube e mercado imobiliário


Enquanto todas as atenções estavam voltadas à aprovação da LDO pelo Congresso Nacional, que triplicou de R$ 2 bi para R$ 6 bi o fundão para financiamento público das campanhas eleitorais, os vereadores paulistanos também aprontaram das suas em mais de 20 horas de sessões entre sexta-feira e a manhã deste sábado.

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias da cidade estimando em R$ 75,7 bilhões os recursos a serem arrecadados e gastos em 2022, aí incluída uma autorização prévia para a tomada de R$ 8 bi em empréstimos (e o consequente endividamento do município, com amortização, juros e correção).

No pacotão de projetos aprovados a toque de caixa junto com a LDO, antecipando o recesso parlamentar (que em plenário vai até 10 de agosto), os vereadores encaixaram de tudo um pouco: da criação de uma nova taxa a ser paga pelos aplicativos de transporte e de entrega (Uber, iFood etc.) até a isenção de qualquer tipo de mitigação ou compensação para igrejas evangélicas que se instalem na região central da cidade e gerem novos polos de tráfego de veículos.

Ou seja, aquilo de praxe que a Câmara gosta de fazer: ferrar o povo e distribuir privilégios e favorecimentos entre os seus. Nessa esteira foi beneficiado também o mercado imobiliário com o Programa Requalifica Centro (enquanto problemas ambientais e urbanos, de infraestrutura, trânsito, transporte, segurança e moradia social seguem sem soluções concretas e objetivas).

Foram aprovados em definitivo também os 15 novos cargos de confiança a serem preenchidos por indicação do prefeito Ricardo Nunes (MDB) na Secretaria da Educação (inclusive cinco subsecretários) e 70 projetos de autoria dos vereadores (mais um sobre igrejas, que determina os templos religiosos como “serviços essenciais”, não sujeitos, portanto, a restrições de abertura e acesso de público na pandemia). Um horror.

Fora as denominações esdrúxulas: a Praça da Bandeira tem agregada agora o nome do Deputado Carlos Apolinário. A Praça Olavo Bilac - Igreja Quadrangular. Por fim, foi renovada ao Clube Atlético Juventus, na Mooca, por 40 anos, a concessão da área pública aonde está instalada a sua sede social. A lei proíbe, mas dizem que o clube tem projeto para comercializar parte da área para um hotel ou até um conjunto residencial. Pobre São Paulo.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Deputados e senadores passam atestado de canalhice e pouca vergonha ao triplicar fundão eleitoral; o eleitor faz papel de trouxa! Reage, Brasil!


Falta dinheiro para tudo no Brasil, menos para privilégio de político. Aumentar salário mínimo não pode, aumentar bolsa família não pode, aumentar auxílio emergencial na pandemia não pode. Mas triplicar de R$ 2 bi para R$ 6 bi o dinheiro público para eleger mau político, isso pode!

Vergonha. Escândalo. Escárnio. Crime. O Congresso Nacional cospe na cara do tal “cidadão de bem”, como se diz por aí. Passa a mão na bunda de cada brasileiro - e devemos ter mesmo cara de bunda, porque nos roubam e riem na nossa fuça. Mas o que são R$ 6 bi escoando pelo ladrão num país aonde até a vacina tem propina, não é mesmo?

E a desculpa esfarrapada de quem votou SIM na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e alega ter sido contra esse aumento vexatório e atentatório do fundão partidário? MENTIRA! Até votação simbólica para a emenda que fingia tentar derrubar o salto triplo do fundão fizeram, para impedir qualquer revertério. Hipócritas!

Quem conhece como funciona o parlamento sabe que voto simbólico serve simplesmente para endossar a vontade da maioria. Aprovaram a LDO conscientemente com o aumento embutido, sabendo que as emendas seriam todas rejeitadas. Vão negar porque são canalhas e covardes.

Se a Câmara ou o Senado quisessem de fato barrar o aumento do fundão, não embutiriam esse aumento no relatório aprovado. Quem era honestamente contra triplicar a vergonha votou NÃO à LDO. Simples assim. Votar SIM e alegar que era contra é tentar mais ainda fazer o povo de trouxa!

Desenhando outra vez para todo mundo entender: Os destaques seriam derrubados todos, era sabido. A votação nominal que vai ficar registrada para a posteridade é o SIM na LDO. Muito simples para quem conhece o parlamento. Mas a moda é passar pano. Faz de conta que a maioria não ajudou a triplicar o fundão com seus votos SIM. Pronto.

Então, quem diz que só votou SIM na LDO e NÃO no aumento triplicado do fundão está contando uma mentirinha. Entendeu? Tem quem acredite. Só não pode saber como funciona de verdade o parlamento. Aí, vai que cola… É igual quem come linguiça. Melhor não saber como se faz.

Em toda votação simbólica registra-se o voto contrário apenas para justificativas pessoais. Depois do jogo jogado. Do contrário haveria votação nominal. E também se sabe que em qualquer casa legislativa com ampla maioria governista vale o que está incluído no relatório final, pois geralmente as emendas são derrubadas em bloco.

Vamos partir para 2022 com o fundão triplicado e mais novidades deletérias que ainda serão votadas, como o distritão e a federação partidária que servem para eleger os mesmos de sempre e driblar a cláusula de barreira, manter esses trinta e tantos partidos e garantir a todos o seu quinhão de dinheiro público (multivitaminado de R$ 2 bi para R$ 6 bi).

Antes disso, já acabaram com a Lava Jato, com a lei da ficha limpa e com a inelegibilidade dos corruptos. E você feito besta brigando nas redes e nas ruas para defender seus políticos de estimação, enquanto nas urnas ajuda a perpetuar essa bandidagem. Deputados e senadores passaram atestado: a maioria é um lixo! Triplicaram o fundão mas deixaram à mostra os fundilhos!

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Câmara de São Paulo tem disputa para escolher qual vereador faz a homenagem póstuma mais estapafúrdia ao Bruno Covas


Entre os 80 projetos aprovados nesta quarta-feira, em sessão que chegou à madrugada de quinta, além da criação de 15 cargos de confiança na Secretaria da Educação, bem como a alteração na composição dos conselheiros do Comas (Conselho Municipal de Assistência Social), ambos para indicação de apaniguados do prefeito Ricardo Nunes, houve uma enxurrada de projetos de homenagens, honrarias e denominações.

Esse tipo de projeto de lei é o mais comum em todas as legislaturas, sempre o preferido dos vereadores para a pequena política que costumam fazer. São nomes de ruas, praças, equipamentos públicos, títulos de cidadão paulistano, salvas de prata, medalhas Anchieta, dia disso e semana daquilo. Mas dessa vez chama especial atenção a lista infindável (e de gosto duvidoso) das propostas de homenagens póstumas a Bruno Covas.

Há desde um título póstumo de cidadão paulistano ao ex-prefeito, que era santista de nascimento, até o nome dele ao Vale do Anhangabaú - que ele próprio reformou (aliás, também a reforma de gosto duvidoso). Nem vale a pena denominar os vereadores proponentes dessas homenagens, até porque é uma disputa acirrada de egos e adulação sem limites.

Além do título de cidadão paulistano e do Vale do Anhangabaú Prefeito Bruno Covas tem o Parque Augusta Prefeito Bruno Covas, a Avenida dos Bandeirantes Prefeito Bruno Covas e até a Rua Sete de Abril Prefeito Bruno Covas. Tudo aprovado em 1ª votação, à espera de uma segunda e definitiva para entrar em vigor. Haja ócio criativo, hein, senhores vereadores?

Mas não é só Bruno Covas o homenageado, claro. Tem Túnel Dom Paulo Evaristo Arns, a Rua Azurita alterada para Rua Associação Portuguesa de Desportos (em homenagem à Lusa), Rua Radiantes (da TV Bandeirantes) tendo agregado o nome Jornalista José Paulo de Andrade e até o nome da Igreja Quadrangular adicionado à Praça Olavo Bilac, que já homenageava o membro fundador da Academia Brasileira de Letras e autor do Hino à Bandeira. Basta por hoje ou quer mais?

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Qual é seu político mentiroso, fisiológico e oportunista preferido?


Lamento informar, mas você que votou em 2018 pelo fim da corrupção, bradando contra deputados, senadores, governadores e até presidentes fichas-sujas, exigindo a punição rigorosa de políticos bandidos e partidos que mais parecem organizações criminosas, fez papel de otário.

Se não bastasse o Centrão e quetais seguirem dominando a política brasileira com os métodos e as figuras de sempre que se perpetuam desde a redemocratização, sobrevivendo a todos os presidentes desde então - mais que isso, garantindo também a sobrevivência (ou a queda) de todos esses governos - você ajudou a eleger ainda uma nova leva de maus políticos que vazam pelo ladrão da fossa bolsonarista.

Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, Dilma, Temer, Bolsonaro. Claro que não são todos iguais, mas a base governista de políticos fisiológicos, corporativistas, velhacos, corruptos e mafiosos é a mesma. Entre mortos e feridos, sobreviveram a mensalão, petrolão, lava jato, tratorão, orçamento secreto. Estão livres, leves e soltos. Todos no governo.

“Hay gobierno, estoy dentro”. A CPI da Covid, os pedidos de impeachment e o superimpeachment, as rachadinhas, o loteamento de cargos, a corrupção que segue firme em todas as áreas (agora até na aquisição emergencial de vacinas durante a pandemia), as denúncias que se multiplicam (com acusações entre os próprios bolsonaristas) mostram que vamos de mal a pior.

Usam uma ou outra lei aprovada, como o tal fim dos supersalários, para venderem uma imagem fake de moralização da política. Balela. Vá pesquisar quantos penduricalhos foram mantidos aos funcionários públicos mais privilegiados - inclusive aos próprios políticos, que nunca cortam na própria carne para honrar suas promessas e dar o exemplo.

O relatório da “reforma eleitoral” (que está na pauta do dia na Câmara), além de um “distritão misto”, inventa outra moda: contar em dobro o voto que as candidatas mulheres receberem na hora de calcular o fundão partidário (que deve ser turbinado: a proposta é dobrar de R$ 2 bi para R$ 4 bi). Uma vergonha!

Depois reclamam da imagem que o brasileiro tem do Congresso Nacional. Com o falso argumento de “incentivar candidaturas femininas”, os donos de partidos abrem as torneiras de recursos públicos para o fundão (e dão uma esmola para as mulheres, enquanto seguem controlando as chaves do cofre, ainda mais vitaminado com o nosso dinheiro).

Querem usar o bom instrumento (em tese) da federação partidária simplesmente para driblar a cláusula de barreira, não diminuir o número de partidos (e a autonomia, também conhecida como casa da mãe joana), e ainda facilitam a eleição de bandidos com esse tal distritão (e o patrocínio aos fichas-sujas).

Cadê o presidente, os deputados e senadores que iam mudar isso tudo que está aí há décadas? Você vai cair de novo nesse papinho em 2022? Quer fazer papel de idiota até quando? Ou você se conscientiza que precisa cobrar e fiscalizar TODOS ELES, sem ter político ou partido nenhum de estimação, ou cala a boca, aguenta e não reclama nunca mais! Acorda, babaca!

terça-feira, 13 de julho de 2021

Ninguém é melhor corretor de imóveis para lançamentos de alto padrão do que o prefeito e os vereadores de São Paulo


Ontem no fim da noite, em plena segunda-feira, o que é completamente ANORMAL na rotina da Câmara Municipal de São Paulo, os vereadores paulistanos realizaram sessão extraordinária para discutir e votar a toque de caixa o Projeto de Intervenção Urbana do Setor Central, que abrange Sé, República, Brás, Belém, Pari, Bom Retiro e Santa Cecília (ou 21 milhões de metros quadrados em uma das regiões mais ricas da cidade).

Na semana passada, a Câmara Municipal também aprovou em 1ª votação - e quer rapidamente apreciar em segunda e definitiva deliberação - a Operação Urbana Bairros do Tamanduateí, que se arrastava há anos por envolver interesses imobiliários escandalosos e inconfessáveis em bairros de altíssimo potencial de venda de apartamentos de luxo, como Mooca, Vila Prudente, Cambuci e Ipiranga.

Sim, porque os 39 vereadores de ontem e os 45 da semana passada, que aprovaram os projetos, não podem alegar desconhecimento de que o pano de fundo dessas intervenções urbanas é vender, a preço de banana, licenças para o descumprimento das leis ambientais e de zoneamento, privilegiando construtoras e imobiliárias que tem planejados seus lançamentos de condomínios de altíssimo padrão nesses bairros.

São Paulo está à venda. Você entendeu: o argumento para a aprovação a jato desses projetos de lei com disfarce social é “o desenvolvimento urbanístico, o fomento da economia local, obras de melhoramento viário e de infraestrutura, além de promover o adensamento habitacional e populacional da região”. (Ah, vereadores são tão bonzinhos!)

Na prática, porém, vale só mesmo a sanha arrecadatória da Prefeitura, incensada pelos despachantes de luxo de construtoras e imobiliárias com assento entre os 55 vereadores de São Paulo, que permitem que a cidade seja ainda mais desfigurada em troca de dinheiro sujo. (Ops! Olha o golpe aí!)

Calma lá, mas como você pode afirmar que é DINHEIRO SUJO se está tudo dentro da lei? Pois então, exatamente por isso. Porque a lei é aprovada sob medida, por encomenda para atender interesses que não são os da maioria da população. Há poucos beneficiados, em detrimento do planejamento urbano, do meio ambiente, da saúde, da segurança, da moradia e da qualidade de vida em geral.

Então, é dinheiro sujo, sim. Por exemplo, já falamos insistentemente por aqui: Na Mooca, querem destinar para a exploração imobiliária grande parte de uma área que por décadas foi ocupada e contaminada pela empresa Esso - e que toda a população reivindica com justiça, até como reparo histórico, para um grande parque verde, com projetos tramitando na Câmara, inclusive.

Qual é a lógica parlamentar? Vão atender aos interesses econômicos de uma única empresa, ao permitir que sejam comercializados apartamentos de alto padrão no último espaço disponível para a implantação de um parque (o que beneficiaria toda a comunidade), enquanto o próprio entorno é repleto de áreas degradadas, favelas, cortiços, imóveis e galpões abandonados que poderiam ser destinados a projetos de revitalização e moradia popular.

Parece que não interessa aos vereadores buscar a melhor solução, adequada aos interesses e às necessidades dos moradores desses bairros, mas (como está na moda) criar a narrativa mais conveniente a eles próprios, ao FINGIR que estão votando projetos com viés social (prometendo moradia popular para famílias de baixa renda, implementação de equipamentos públicos e restauração de patrimônios históricos).

A realidade é bem diferente. Além do adensamento da população sem planejamento e estrutura, os grandes beneficiados por essas leis caça-níqueis aprovadas de maneira bem dirigida (e isso é facilmente comprovável, um a um) são empresários, construtores, investidores e incorporadores imobiliários que, por uma dessas coincidências da vida, são também grandes doadores eleitorais do prefeito e dos vereadores. E a cidade que se dane!

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Uma narrativa fictícia de um país nem tão distante


A turma que idolatra o mito mitômano gosta de repetir aos quatro cantos desta Terra Plana que ele é honesto, p****! (E solta um sonoro palavrão bem ao gosto dos “homens de bem” que fazem arminha com os dedos).

O filho 01 pode ser ladrão, corrupto, desviar verba na rachadinha como é padrão da linhagem familiar. Mas ele é honesto, p****!

O filho 02 pode ser ladrão, corrupto, golpista, faltar com o decoro e a ética do cargo. Mas ele é honesto, p****!

O filho 03 pode ser ladrão, corrupto, vagabundo, mentiroso, delinquente, lunático. Mas ele é honesto, p****!

O ex-chefe de gabinete pode ter desviado verba pública e se apropriado do salário de funcionários fantasmas e parentes nomeados; atuava sob suas ordens e fez até depósito na conta da mulher e dos filhos. Mas ele é honesto.

O ministro de extermínio do meio ambiente pode ser corrupto. O ministro da morte e da falta de saúde pode ser corrupto. O líder do desgoverno pode ser corrupto. A base de sustentação é fisiológica e corrupta. Roubam vacina, roubam oxigênio, mas ele é honesto.

Os seguidores da bolha ideológica e apoiadores são milicianos, lunáticos, terraplanistas, negacionistas, obscurantistas, nostálgicos da ditadura e da tortura (como ele mesmo), cúmplices dos crimes de responsabilidade por ação ou omissão. Mas ele é honesto.

Quem lhe acusa são os próprios ex-eleitores e aliados, ex-ministros, deputados, senadores, movimentos cívicos, promotores, procuradores, cidadãos de direita, esquerda e centro. O mundo. Mas ele é honesto.

Ele, o grande líder das massas, o rei do gado, o senhor dos robôs, continua sendo a figura mais honesta e ilibada desse planeta cada vez mais chato e quadrado. Desonestos somos nós. Que coisa mágica, não?

Atenção: Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais terá sido mera coincidência. Honestamente.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

#CagueiPraCPI: este é o verme que o Brasil elegeu!


Mais letal que o vírus no Brasil é o verme. Presidente demente, inepto, cafajeste, vagabundo, irresponsável, delinquente, incompetente, negacionista, obscurantista, machista, misógino, homofóbico, criminoso, corrupto, genocida.

“Hoje o Renan, o Omar e o Saltitante fizeram uma festa lá embaixo, na Presidência, entregando um documento para eu responder. Sabe qual a minha resposta, pessoal? Caguei!", disse Jair Bolsonaro durante sua live semanal sobre a carta da CPI da Covid solicitando esclarecimentos.

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), o vice Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o relator Renan Calheiros (MDB-AL) assinam o documento que solicita a Bolsonaro respostas sobre as acusações feitas pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), que declarou ter lhe informado sobre ilegalidades no contrato de compra da vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech.

Mas Bolsonaro “cagou para a CPI”, como fez questão de afirmar o típico miliciano canalha, orgulhoso do poder absoluto que julga possuir no comando do Executivo, acima da lei e dos demais poderes e no nível do esgoto mental e da escória moral que lhe cabe. Pobre Brasil que elegeu este verme. Que merda de ser humano. Que fraquejada da natureza. Deus nos livre desse mal!

Se não bastassem os recorrentes crimes de responsabilidade, por ação ou omissão, que levaram a quase 600 mil mortos na pandemia sob o deboche doentio deste assassino sociopata, lunático e perverso, ele demonstra reiteradamente também a falta de decoro para ocupar qualquer cargo público - mais um motivo comprovado para o impeachment.

Bolsonaro não desrespeita apenas os membros da CPI, nem ataca simplesmente o Legislativo, o Judiciário ou a imprensa com as suas ofensas diárias, ameaças, agressões e xingamentos. Ao usar esses termos rasteiros, Bolsonaro afronta o estado democrático de direito, enxovalha as instituições republicanas e humilha pessoalmente cada cidadão brasileiro que não merece ter esse pulha como presidente falando em nome do nosso país.

O termo jocoso como ele se refere ao senador Randolfe é a cereja deste bolo fecal bolsonarista: “Saltitante". Ofensivo, desrespeitoso, preconceituoso, baixo, criminoso, mas também doentio, revelador de suas perversões e talvez até dos desejos mais íntimos reprimidos. Freud explica, Bolsonaro. Que lhe estudem no manicômio judiciário para o qual você deve ser levado após a interdição.

#ForaBolsonaro #ImpeachmentJá #CPIdaCovid #SuperImpeachment #BolsonaroCagão #BocaDeLatrina #12setForaBolsonaro #BolsonaroVaiCair #Cagamos #Brasil

quinta-feira, 8 de julho de 2021

É a Câmara Municipal de São Paulo ou é a “feira do rolo”? (O golpe tá aí, cai quem quer!)


Com todo o respeito que os vereadores paulistanos (alguns dignos) merecem, mas se há algo completamente inacessível aos cidadãos comuns é o que se passa dentro do Palácio Anchieta, prédio instalado no Viaduto Jacareí, no centro velho da cidade. Tudo ali é feito na base do acordo e na dificuldade de acesso à informação, ao controle e à fiscalização. Tudo.

Até a quantidade de projetos que cada vereador vai aprovar durante toda a legislatura (os quatro anos de mandato) é definido na base do pacto fisiológico e corporativista. Tanto faz se um parlamentar tem ideias brilhantes e outro não passa de um estorvo. Todos terão o mesmo número de projetos votados e aprovados, porque eles resolveram que aquele mundinho fechado deles funciona assim. A quantidade prevalece sobre a qualidade. E os cidadãos que se danem!

Há acontecimentos estranhos, mal explicados à população. Por exemplo, em regime de urgência, a Câmara Municipal autorizou ontem a Prefeitura, por 30 votos a 18, a contrair empréstimos de R$ 8 bilhões para “realizar investimentos em diferentes setores da cidade”. Uma quantia astronômica de endividamento, sem que isso seja minimamente discutido com a sociedade (ok, vão alegar que haverá audiência pública no sábado; como se isso fosse suficiente).

“Destaca-se a pretensão de realizar investimentos nas áreas habitacional, inovação e tecnologia, drenagem, ambiental, cultura e lazer, bem como intervenções na área de mobilidade urbana, investimentos estes a serem oportunamente definidos considerando as prioridades setoriais previstas pelo Programa de Metas”, justifica - mal e genericamente - o projeto de lei aprovado em primeira votação.

Se não bastasse essa excrescência política, jurídica e administrativa, Legislativo e Executivo querem também, juntos, revisar o Plano Diretor e implementar uma série de projetos mal explicados e operações de intervenção urbana que se arrastam há anos - alguns há décadas - em pleno pico da pandemia, a toque de caixa e sem a efetiva participação da sociedade nos debates (isso lembra até o episódio da “boiada do Salles” transferida do plano federal ao municipal).

Deve ser apenas um mero detalhe que esses projetos de lei priorizados pela Câmara de São Paulo vão beneficiar diretamente os maiores doadores de campanha dos vereadores e do prefeito. Donos de grandes empresas, construtoras, incorporadoras, imobiliárias, exploradores do espaço urbano em detrimento da qualidade de vida, do meio ambiente, da sustentabilidade, da justiça social e da população mais carente.

Ou você acredita mesmo quando esses políticos tentam te convencer com essa conversinha fiada de que o interesse maior deles, ao colocar em pauta esses projetos, é atender às carências de moradia, saúde, creches, escolas, trânsito, transportes, segurança, trabalho, infra-estrutura, saneamento, praças, parques e áreas verdes? Ora, ora...

Nesse pacotão de intervenções - sobre as quais a maioria da população não tem informação suficiente nem canais adequados para opinar - existe uma confusão de interesses, com alguns agrados e mimos para os movimentos populares mais tradicionais (moradia, associações de bairro, CONSEGs etc.), que fazem um lobby maior na Câmara, enquanto todo o resto dos paulistanos fica ao deus-dará.

Casos concretos e objetivos: enquanto operações urbanas da Vila Leopoldina, dos Bairros do Tamanduateí e o Requalifica Centro - para citar três projetos em pauta - acenam com propostas de moradia social, na prática o que os vereadores querem mesmo é adensar o miolo dos bairros, afrouxar as regras para a exploração imobiliária e faturar muito (seja eleitoralmente com apoio financeiro para futuras campanhas, seja por vias tortas e indevidas).

Tudo o que inexiste na Câmara de São Paulo - isso para citar talvez a maior e melhor casa legislativa municipal do Brasil - é expertise de planejamento urbano, sustentabilidade, responsabilidade fiscal e uma sincera, honesta e altruísta visão para a reconstrução de uma cidade inteligente, planejada, moderna, justa e eficaz, acolhedora para o seu povo e que nos ofereça verdadeiramente alguma qualidade de vida.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Bolsonaro “para maiores de 50” ataca o mimimi de campanhas contra bullying e preconceito


Jair Messias Bolsonaro é a besta-fera acuada. Chucro, rasteiro, limitado intelectualmente e amoral, vai usar todas as armas que tem à disposição para tentar se agarrar ao poder. A vantagem - se existe alguma - é que todos os movimentos dele são previsíveis.

A estratégia mais branda é, para fidelizar o eleitorado que derrete, acentuar o perfil “terrivelmente conservador de direita” contra os “comunistas” que pretendem se apoderar do Brasil e destruir a “tradicional família brasileira”. Essa nostalgia fake justifica tudo: golpe, milícia, ditadura, tortura, morte.

Hoje a postagem de um vídeo (“aos maiores de 50”) no perfil do presidente lembra “como eramos felizes” quando podíamos xingar o neguinho, a olívia-palito ou o rolha de poço sem nos acusarem de bullying ou preconceito, ou podíamos ser os valentões da escola espancando fracotes e bichinhas sem mimimi.

Ontem ele apelou para insinuações de pedofilia, homossexualidade e associação com o tráfico de drogas contra um ministro do STF, que estaria sendo orientado ou chantageado por “alguém” da esquerda com “métodos importados de Cuba” (coincidentemente usou como pseudônimo do suposto chantagista Daniel, o codinome de José Dirceu ao retornar de Cuba).

Isso é Bolsonaro. Ou melhor, a familícia - pois o post de Carluxo e as orientações de Flavio e Eduardo deixam sempre suas impressões digitais. Todos estão implicados em denúncias de rachadinhas, desvio ilegal de dinheiro público,  corrupção, improbidade, atos antidemocráticos e uma série de outros crimes (que o foro privilegiado e esquemas político-jurídicos adiam um pouco a investigação e a punição; mas elas serão inevitáveis).

Bolsonaro quer controlar os três poderes, dominar o Legislativo com o Centrão e a sua bolha de lunáticos, corroer o STF (a partir de dois ministros seus infiltrados e de todo tipo de ataque externo que a máfia bolsonarista tiver às mãos), controlar a PF, a PGR, o STJ, o TSE, as Forças Armadas, calar a imprensa.

Já deu a deixa: não vai entregar a Presidência se Lula vencer a eleição. É um presidente demente, inepto, golpista, irresponsável, desqualificado, despreparado, incompetente, incapaz, negacionista, obscurantista, miliciano, criminoso, genocida. Deveria ser interditado judicialmente e preso.

Capaz de tudo (de pior). Disse a ex-aliada Joice Hasselmann nesta semana que, dias antes do episódio da facada em 2018, o próprio Bolsonaro comentou que aquilo, se acontecesse, faria com que ele ganhasse a eleição. Dom premonitório? Teoria da conspiração? Julgue você.

#ForaBolsonaro #Genocida #Corrupto #Golpista #ImpeachmentJá

terça-feira, 6 de julho de 2021

CPI não pode acabar em pizza e impeachment precisa sair do forno, mas Arthur Lira e Rodrigo Pacheco agem como pizzaiolos da familícia


A CPI da Covid tem prestado importante serviço ao Brasil trazendo luz aos crimes cometidos por ação ou omissão das autoridades públicas. Porém, seu pedido de instalação (assim como deve se repetir com o de prorrogação) precisou ser judicializado para que o presidente do Senado cumprisse com seu dever de ofício.

Com o #SuperImpeachment e outra centena de pedidos de abertura de processos contra Bolsonaro protocolados na Câmara dos Deputados é ainda pior. O presidente da Casa, Arthur Lira, notório governista (seja qual for o governo) e figura destacada do fisiológico e corrupto Centrão, simplesmente se nega a dar prosseguimento às ações públicas e levá-las à análise dos deputados.

Esses dois estorvos congressistas, que em tese representam o entulho antidemocrático que compõe a maioria dessas duas casas legislativas (com a Câmara quase sempre mais retrógrada que o Senado), precisam ser empurrados para agir - ou serão arrastados junto com Bolsonaro para o lixo da História com o movimento que já parece inevitável.

Tudo é questão do tempo. Até na pizzaria de Brasília. O preparo da massa, o fermento, o tamanho, o tempero, a cobertura, a borda recheada, a temperatura do forno. E vem aí também a CPI da Rachadinha. Se tudo acabar em pizza, muito político vai sair queimado para 2022. A escolha é de vocês, mezzo a mezzo. Tutti buona gente!

segunda-feira, 5 de julho de 2021

É melhor já ir escolhendo outro presidente…

Bolsonaro está lascado! Se não bastasse o #SuperImpeachmente, que o superfisiológico Arthur Lira, o superpoderoso presidente da Câmara dos Deputados vai precisar tirar da supergaveta que mantém o mito mitômano superprotegido pelos supercorruptos do Centrão, a ex-cunhada resolveu abrir a superboca e implodir de vez a família.

Bolsonaro é corrupto. Está gravado. Como se suspeitava, é o chefão da familícia com os filhotes que puxaram seu DNA e dos esquemas de corrupção, extorsão, rachadinha, desvio de dinheiro público etc. Está na capa da Folha e do UOL, e vai repercutir em toda a mídia, nas redes, nas rodas, nas ruas, nas urnas. É bomba!

Por outro lado, as reações do presidente demente são cada vez mais desajuizadas. O caminho mais rápido e necessário para o Brasil manter a normalidade democrática e institucional, antes mesmo do impeachment, é a interdição do golpista lunático. Manicômio judicial já! #ForaBolsonaro #BolsonaroCorrupto 

domingo, 4 de julho de 2021

O presidente já era! Bolsonaro vai cair! Pode já ir embora, genocida!


Gente canalha quer desmerecer os atos #ForaBolsonaro por causa, primeiro, de militantes extremistas do minúsculo PCO (Partido da Causa Operária), que arrumou briga com filiados do PSDB que estavam na Paulista. O PCO (ó, Senhor!), cuja principal candidata a vereadora na capital em 2020, filha do presidente nacional do partido, teve 124 votos.

Depois, querem condenar todos os milhares de manifestantes presentes pela ação violenta de meia dúzia de energúmenos encapuzados que no final de uma caminhada pacífica pela Rua da Consolação, no encerramento dos protestos, resolveram vandalizar bancos e lojas de automóveis. Ora, ora, alguém se vê representado por esse quebra-quebra?

Mas Bolsonaro escolheu esta narrativa: generalizar todos os manifestantes como se fossem cúmplices de uma ação isolada (talvez até infiltrada) de uns poucos baderneiros. A estratégia mais estúpida e covarde do presidente demente, que pela primeira vez se vê acuado nas redes e nas ruas, com destino praticamente selado nas urnas.

Você se lembra como começaram as históricas manifestações de junho de 2013? Jovens estudantes saíram às ruas para reclamar do aumento de 20 centavos na tarifa de transporte. Surgiram então os black blocs, o que fez o governo e a polícia reprimirem com força desproporcional e violência todos os manifestantes, como se fossem criminosos. A população em geral se doeu e milhões de brasileiros foram às ruas.

Os efeitos daqueles protestos nós sabemos. Toda ação gera uma reação. Dos 20 centavos e dos estádios superfaturados para a Copa passamos hoje para a propina de um dólar (tão bem simbolizada na nota com sangue e a cara do Bolsonaro impressa que foi distribuída no ato), no negacionismo, na incompetência, na irresponsabilidade, no descaso com a saúde e a vida, na ameaça de golpe.

Bolsonaro vai cair. O povo não tolera mentiroso, bandido, traidor, corrupto, genocida. Quanto mais o meme que virou presidente esticar a corda, maior será o efeito contrário da reação popular. Pode demorar, mas vai acontecer. Tarda, mas não falha. Os seus dias estão contados, Bolsonaro. Volte para o esgoto de onde o bolsonarismo jamais poderia ter transbordado. Viva o Brasil! 🇧🇷

sábado, 3 de julho de 2021

O meme que virou presidente

- Galvão!

- Fala, Tino!

- Sentiu!


#ForaBolsonaro #ForaGenocida #ForaBolsonaroCorrupto #3JForaBolsonaro #3JPovoNasRuas #3JNasRuas #Bolsonaro #PT #Lula #doria #Moro #Ciro #EduardoLeite #Huck #mandetta #psdb #Eleicoes2022 #ImpeachmentBolsonaro #SuperImpeachment #3j #CPIdaCovid

#ForaBolsonaro nas ruas, nas redes e nas urnas

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Duplo twist carpado de Eduardo Leite faz dele o novo queridinho da mídia e injeta expectativa para 2022


A ginasta Daiane dos Santos, gaúcha de Porto Alegre, popularizou o salto Duplo Twist Carpado, uma variação do salto Twist (popularmente conhecido como uma pirueta de giro em torno de si) seguido de um mortal duplo. Agora o governador Eduardo Leite, gaúcho de Pelotas, acaba de introduzir essa pirueta, ou o twist com salto mortal, na corrida presidencial.

Termo parecido é usado também na TV e no cinema. Plot twist (reviravolta no enredo) é uma mudança radical na direção esperada ou prevista de um romance, filme, série de televisão, quadrinho, jogo eletrônico ou outra obra narrativa. É uma prática muito usada para manter o interesse do público na história, ao normalmente surpreendê-lo com uma revelação surpresa. Alguns "Twists" são antecipados.

Quando um Plot Twist acontece perto do fim, especialmente se este muda a visão de um dos eventos anteriores, ele geralmente é caracterizado como um final surpresa. Como estamos ainda na largada da disputa de 2022, talvez seja uma tentativa de twist antecipado, ou um spoiler - com uma mãozinha pouco sutil da Rede Globo, que pode acabar estragando o final tão desejado pela direita e pela esquerda.

Afinal, se existem coisas que unem Lula e Bolsonaro, petistas e bolsonaristas, fanáticos e lunáticos, conservadores e progressistas, são as denúncias de corrupção, o fisiologismo do Centrão, a paixão cega dos seguidores pelos seus respectivos mitos, o interesse mútuo de manter acirrada a polarização para ambos chegarem ao 2º turno e os ataques à Rede Globo, principalmente, e à grande imprensa em geral.

O termo #GloboLixo, ou bordões como “o povo não é bobo”, seguidos de todo tipo de agressões e xingamentos à Globo e a seus profissionais - com especial ódio ao jornalismo global - é típico dos eleitores cegos de paixão por Lula ou Bolsonaro. Ambos acusam a Globo de fazer campanha contra seus presidentes de estimação - sem se darem conta que características de oposição são inerentes ao trabalho dos jornalistas.

Agora, devido à declaração de Eduardo Leite ao programa Conversa com Bial e à enorme repercussão nas redes e em toda a mídia - inclusive com minutos preciosos do Jornal Nacional - ao fato do presidenciável tucano ter se revelado gay, isso tem sido interpretado também como um posicionamento da Globo e por extensão do estabilishment.

O fato é que Eduardo Leite - numa estratégia individual ou orquestrada, tanto faz - deu um salto definitivo para entrar de cabeça na sucessão presidencial como a alternativa mais surpreendente, palatável e promissora da terceira via contra a polarização da política mais tradicional, literalmente rompendo tradições e tabus. Sem esse movimento ele não passaria de um bom político com influência regional.

O Duplo Twist Carpado de Daiane foi executado com perfeição pela primeira vez em 2003, quando a ginasta brasileira tinha 20 anos de idade. Eduardo Leite, dois anos mais novo, era apenas um jovem gay pelotense chegando à maioridade, enquanto o Brasil estava no primeiro ano da primeira gestão presidencial de Lula e do PT. Não havia mensalão, petrolão, Lava Jato, tratoraço, pandemia nem bolsonarismo.

Não sabemos ainda como vai terminar essa história. Não precisamos de heróis nem salvadores da Pátria, mas uma coisa é certa: conhecemos o vilão a ser eliminado por toda a raça humana. No #ForaBolsonaro acaba de surgir um novo protagonista, que se soma aos vingadores do estado democrático de direito para dar um basta ao presidente demente, inepto, negacionista, criminoso e genocida. Então, seja bem vindo, Eduardo Leite.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Existe vida inteligente além da polarização Lula x Bolsonaro?


Se tudo correr bem, teremos eleições presidenciais em outubro de 2022. É preciso fazer essa ressalva condicional diante das ameaças constantes de golpe feitas pelo presidente demente, inepto, irresponsável, incompetente, desqualificado, criminoso, genocida e agora acusado também de corrupto. Mas se tudo correr bem nos livraremos democraticamente de Bolsonaro.

Todas as pesquisas de intenção de voto apontam para a polarização acirrada entre Lula e Bolsonaro, com ampla vantagem para o petista. Até Bolsonaro sabe que a tendência é essa, tanto que usa o argumento da provável vitória de Lula para exigir o voto impresso contra aquilo que seria uma fantasiosa fraude eleitoral. Diz mais: que não vai reconhecer o resultado da eleição sem o voto impresso. Um canalha e lunático golpista.

No fim das contas isso tudo reforça a própria candidatura de Lula como principal oponente do bolsonarismo. A ameaça de golpe, então, dá um gostinho especial de vingança ao eleitor que pretende derrotar Bolsonaro e mandar o meme que virou presidente por acidente de volta para o lixo da História - de onde ele e a escória bolsonarista nunca deveriam ter saído.

Será que estamos fadados a uma eleição que vai simplesmente medir se prevalece no Brasil o antipetismo ou o antibolsonarismo? Os dois lados estão ávidos por se enfrentar. Será que não existe nenhuma alternativa de reconstrução de governo, de país e de nação que fuja desta polarização mais óbvia, restritiva e reducionista entre essas duas figuras já testadas e reprovadas por grande parte dos eleitores?

Bolsonaro, definitivamente, é o mal maior. De novo, vamos usar a condicionante: Se tudo correr bem - e principalmente se as regras do estado democrático de direito forem respeitadas - existem provas concretas de crimes diversos para cassar essa besta antes de outubro de 2022. Mas como confiar na política e nos políticos que temos hoje?

Com ou sem Bolsonaro na disputa, não importa, precisamos derrotá-lo. Além de Lula, quem corre por fora? Há os nomes de sempre que se apresentam na tal terceira via (que pode virar segunda): Ciro e Doria, os mais tradicionais, mas com alta rejeição. Moro e Huck, os mais fortes potencialmente, mas que parecem ter desistido. E uma série de balões de ensaio.

Da estrutura partidária tradicional, podem surgir algumas novidades e combinações interessantes. O governador gaúcho Eduardo Leite, que acaba de se assumir gay publicamente no Programa do Bial, ganha impulso midiático e múltiplas declarações de apoio para destronar Doria no PSDB.

No DEM tem o ex-ministro Mandetta, que assumiu a linha de frente oposicionista. O PSD de Kassab quer tirar do DEM o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, mineiro que em tese daria um bom vice, enquanto segue acenando também para Lula e Eduardo Leite (sem abandonar ainda a base de Bolsonaro).

A direita arrependida tenta uma combinação ousada, depois que o presidente indicou que pode se filiar ao Patriota. O MBL já deu o troco, migrando dali para o PSL (partido que elegeu Bolsonaro e tem o maior fundo partidário e tempo de TV), que deve filiar também Datena e mantém no radar Amoedo (Novo) e Rodrigo Gentili, que seria uma espécie de Beppe Grillo, o comediante que fundou um partido político na Itália.

Há outros nomes que despontam por aí e podem ganhar força com os desdobramentos da CPI: Randolfe Rodrigues (Rede), Simone Tebet (MDB), Eliziane Gama e Alessandro Vieira (Cidadania) são os mais comentados. Além dos órfãos da Lava Jato que ainda apostam no convencimento de Sérgio Moro para sair candidato - principalmente se o nome de Bolsonaro não estiver na urna. Será?

quinta-feira, 1 de julho de 2021

#ForaBolsonaro #ImpeachmentJá


Será que o Arthur Lira vai acordar hoje fujão, covarde e omisso outra vez?

E os deputados que dão sustentação e são cúmplices da tomada de assalto do Centrão ao desgoverno Bolsonaro, que é denunciado pelos próprios aliados?

"O que o povo quer, esta Casa acaba querendo".

A frase famosa do então presidente da Câmara, deputado do PMDB Ibsen Pinheiro, deu a partida para a instalação do processo de impeachment do presidente Fernando Collor em setembro de 1992.

Tic-tac. ⏰

“O tempo é o senhor da razão.”

Acorda, Câmara dos Deputados!

O Cunha também não ia abrir processo nenhum contra a Dilma. Até que abriu.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, junto com os demais deputados, assim como o presidente Rodrigo Pacheco e os senadores da atual legislatura, podem entrar para a História do Brasil de dois modos diferentes.

Acho que cúmplices deste que é o pior presidente da História do Brasil, corrupto, negacionista, miliciano e genocida não é uma boa escolha!

#SuperImpeachment 🇧🇷 #VacinaComPropina #AdeusBolsonaro #3JForaBolsonaro #CPIdaCovid #Impeachment #Covaxin #3J #BolsonaroVaiCair

quarta-feira, 30 de junho de 2021

De A a Z: Sopa de letrinhas e troca de figurinhas


Que os partidos políticos estão com os dias contados nós já sabemos, né? Não que estejam falidos, ao contrário. Afinal, poucos negócios são tão lucrativos como ter um partido político para chamar de seu. Talvez abrir uma igreja, mas dá mais trabalho para convencer e iludir os fiéis e dizimistas.

No partido político, além de ter garantido o sustento por dois fundos públicos milionários, basta juntar seus parentes, sócios, apaniguados e comparsas para dividir benesses e a expectativa de chegar ao poder (seja diretamente ao eleger seus representantes, o que é mais complicado, seja ao vender apoio, lotear cargos e tempo de TV - que todos tiram de letra).

Ah, as letras… Nada mais confuso que essa profusão de siglas, legendas e ideologias de ocasião, uma sopa de letrinhas requentada pela velha política que sorve ruidosamente e sem modos o prato eleitoral pelas bordas e se sacia de poder. Enquanto o povo passa fome e morre doente, os políticos se empanturram e refastelam da coisa pública (tal e qual fazem na privada).

Mas não vamos nos prender aos partidos - embora muita gente dos partidos já devesse estar presa faz tempo. Trocadilhos partidários à parte, precisamos pensar no futuro da política, no aperfeiçoamento da democracia (representativa e direta) e na defesa intransigente do estado de direito.

Cidadãos estão se tornando cada vez mais, graças aos avanços tecnológicos e ao crescente aprendizado político e democrático, protagonistas conscientes de seus destinos e interesses (individuais e coletivos). A política, portanto, passa a ser obra do ativismo autoral de cada eleitor. Nossos representantes - os atuais partidos e políticos com mandatos - serão cada vez mais cobrados e fiscalizados.

Partidos são organizações arcaicas, verticais, herméticas, dispendiosas, hipócritas. Isso não significa que devamos prescindir da política, generalizar na crítica ou acabar com as instituições republicanas. Claro que não! Precisamos é valorizar os movimentos cívicos e indivíduos vocacionados para a vida pública e a prática da boa política.

E aí tanto faz se você é de direita, esquerda ou centro, conservador ou progressista, liberal ou reacionário. Você precisa fazer valer a sua vontade nas ruas, nas redes e nas urnas. Justiça, liberdade, equidade, educação, cultura, sustentabilidade, respeito à diversidade, igualdade de oportunidades - escolha a bandeira que mais lhe parecer apropriada e vá à luta!

Temos uma safra de novos atores políticos, entre os vinte e poucos e os cinquenta anos, que - gostemos ou não de cada um deles - vão conduzir e administrar o nosso país. Que tal prestarmos mais atenção e promovermos um diálogo permanente e suprapartidário com todos? Além da simpatia ou antipatia pessoal há o fato inexorável de que eles serão os novos protagonistas da política nacional.

Veja aí essas gerações que reúnem desde Tabata Amaral, Felipe Neto, Eduardo Leite, Kim Kataguiri, Felipe Rigoni, Alex Manente, Fernando Holiday, Arthur do Val, Tulio Gadelha, Marina Helou, Erika Hilton, Sâmia Bomfim, Glauber Braga, Fernanda Melchionna, João Henrique Campos, Isa Penna, Paulo Ganime, Marcel Van Hattem, Tiago Mitraud, Vinicius Poit, Kayo Amado, Rodrigo Pacheco, Joice Hasselmann, ACM Neto até Guilherme Boulos, Alessandro Vieira, Alessandro Molon, Simone Tebet, Eliziane Gama, Randolfe Rodrigues, Ricardo Nunes, Rodrigo Garcia, Luciano Huck…

Enquanto isso, o cenário para 2022 segue polarizado na geração passada de políticos: Bolsonaro, Lula, Ciro, Doria… Nada contra alguém ou qualquer político pelo avançar da idade, nem quero dizer que são todos iguais, mas vamos apostar sempre nos mesmos? Repetir os erros já vistos, insistir nas velhas práticas e nos vícios reiterados? Até criança (de ontem e de hoje) sabe: figurinha repetida não completa álbum.

terça-feira, 29 de junho de 2021

O eleitor bolsonarista concorda em proteger político bandido?


“Ah, mas se fizermos o impeachment do Bolsonaro a esquerda volta ao poder!”. Esse é o novo mantra que mistura desinformação, cretinice e mau-caratismo dentro da bolha de fanáticos e lunáticos bolsonaristas.

Primeiro, é importante ressaltar que bandidagem não tem preferência ideológica. Tanto que os corruptos denunciados agora no escândalo da Covaxin, todos oriundos do Centrão, são os mesmos que infestam governos desde sempre: com Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro.

O tal Ricardo Barros é o típico político oportunista, fisiológico e quadrilheiro. Passou por todos os governos em posição de destaque, foi líder ou vice-líder de gestões tucanas e petistas, ministro da Saúde do presidente Michel Temer e voltou agora a ser líder do desgoverno Bolsonaro.

Espantoso é o bolsonarismo passar pano para bandido. Pois não era o “mito” que acabaria com a corrupção, o favorecimento, os privilégios, desvios e loteamentos ao assumir a Presidência da República? E agora? É cúmplice ou omisso?

Qual a desculpa para Bolsonaro não tomar nenhuma atitude para impedir a ação criminosa dos corruptos, manter um bando de políticos denunciados no seu governo e ainda tentar proteger esses assaltantes dos cofres públicos da investigação e da punição?

Bolsonaro, Lula, Dilma, Temer, FHC, Collor, Sarney, tanto faz a bandeira partidária ou a coloração ideológica. Se tem corrupção no governo, deve ser investigada e punida. Não foi essa promessa que ajudou a eleger o atual presidente? Ou era só mais uma fake news? Apenas mais uma mentirinha do mito mitômano? Que vergonha! #ForaBolsonaro

segunda-feira, 28 de junho de 2021

28 de junho: Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+


Nada como ver um boçal, canalha, homofóbico, machista, preconceituoso e cretino como Jair Bolsonaro para aprendermos a lutar contra a homofobia e a transfobia, por respeito, igualdade e justiça.

Se não bastasse ser um lixo como político, ele representa também a escória da humanidade. #ForaBolsonaro

domingo, 27 de junho de 2021

Prevaricação é o mínimo que já se tem para o impeachment de Bolsonaro


O presidente é demente, inepto, incompetente, irresponsável, desequilibrado, desqualificado, cafajeste, negacionista, obscurantista, miliciano, genocida. Isso todo mundo já sabia. Mas agora ninguém mais nega que existe também materialidade para o impeachment.

Ao ser alertado pelos próprios aliados de supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin, reconhecer (e citar nominalmente) que as suspeitas recaíam sobre seu líder de governo e não tomar nenhuma atitude, contrariando o que se comprometeu a fazer e descumprindo o que a lei exige, Bolsonaro cavou a própria cova. É o princípio do fim.

“Me chama de corrupto, porra!” era uma das frases preferidas de Bolsonaro e dos bolsonaristas, no estilo tosco que eles tanto admiram. Pois agora a CPI da Covid, a Procuradoria Geral da República, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, a mídia e a sociedade - todos nós - temos o direito e o dever de pronunciar com todas as letras: BOLSONARO CORRUPTO!

Bolsonaro sabia de tudo e não fez nada! Impeachment nele! É flagrante prevaricação: crime cometido por qualquer funcionário público quando, indevidamente, este retarda ou deixa de praticar ato de ofício, ou pratica-o contra disposição legal expressa, visando satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

Se não bastassem todas as evidências da negligência do Ministério da Saúde na oferta de imunizantes à população e dos custos letais impostos por sua gestão criminosa, responsável por milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas, agora há uma prova concreta e objetiva contra Bolsonaro.

Um super pedido de impeachment será apresentado nesta quarta-feira por partidos de oposição, ex-bolsonaristas e organizações da sociedade civil na Câmara dos Deputados, apontando mais de duas dezenas de indícios de crimes praticados por Bolsonaro num apanhado de mais de uma centena de outros pedidos já protocolados, que expõem da falta de decoro à improbidade administrativa.

Não são poucas as acusações contra Bolsonaro: tem cheque do Queiroz na conta da mulher, tem os quatro filhos investigados e a interferência dele na PF e na PGR, tem atos inconstitucionais e antidemocráticos, tem propaganda charlatã e ilegal da cloroquina como tratamento precoce para a covid, além da fabricação e compra superfaturada do medicamento, tem as mortes por falta de oxigênio em Manaus, tem ações criminosas contra o uso da máscara, as vacinas e o distanciamento social. Tem de tudo.

O desespero bolsonarista nesta semana é o indicativo de que o fim está próximo: o destempero com as revelações na CPI da Covid, a demissão de Ricardo Salles em meio a investigações da Polícia Federal e a iminência de ser preso; o ato de tirar máscaras de crianças em público e seguir promovendo aglomerações e desafiando instituições; os ataques de fúria contra jornalistas (sobretudo mulheres, gesto típico machista, misógino, cafajeste e covarde de Bolsonaro).

Por isso tudo, renovamos a nossa certeza de que o bolsonarismo está com os dias contados. Que esse meme que virou presidente volte para onde nunca deveria ter saído: o lixo da História. Que caia logo, e até escolha os meios. Pode seguir os passos de Collor e Dilma pelo impeachment, de Jânio pela renúncia ou de Getúlio Vargas… bem, você sabe como. Já vai tarde, Bolsonaro. Xô, basculho, corrupto, fascista, genocida!

sábado, 26 de junho de 2021

Bolsonaro já caiu na Austrália? 👉🏻🇧🇷 🇦🇺 Já vai tarde, presidente demente! 👋 🚽 🖕🏻


Se o Brasil for ainda um país minimamente sério, Bolsonaro já caiu na Austrália! Feito o meme-clichê do Ano Novo, o impeachment já deve estar chegando por lá.

Fala sério, presidente. A casa desmoronou, igualzinho aos prédios construídos por seus amigos milicianos. Agora está provado que existe corrupção braba no seu governo, bem debaixo do seu nariz!

Mas quem denunciou, foi petista? Comunista? Esquerdalha? Comedor de mortadela? A Globo lixo? Não!!!! Foi um deputado governista, bolsonarista! Aliás, mais um! São os próprios aliados e eleitores de Bolsonaro que revelam os podres do chefão da familícia.

Agora é o escândalo da Covaxin, a vacina indiana comprada de empresa bandida por bandidos, a preço superfaturado em contrato fraudulento. Mas já foi interferência na PF denunciada pelo Moro, dinheiro sujo na campanha, patrocínio de ato golpista, rachadinha do Queiroz, crime de responsabilidade na pandemia, boiada do Salles, tratoraço…

Escolha o motivo que mais lhe agrada para o impeachment, Jair Messias Bolsonaro. Pode demorar um pouquinho ainda, até essa corja de políticos cúmplices e fisiológicos largarem o osso, mas o fim é inevitável. Prefere uma saída à Dilma e Collor, Jânio ou Getúlio? Já podemos comemorar?

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Deputado suspenso por importunação sexual segue atentando contra a boa política, o bom senso e a justiça


A Assembleia Legislativa de São Paulo deveria ter cassado o deputado e importunador sexual Fernando Cury, que protagonizou aquele episódio vexatório e criminoso com a colega Isa Penna em plenário, o “abraço carinhoso por trás”, mas preferiu apenas suspender o mandato dele por seis meses.

O partido de Fernando Cury, por outro lado, que é o Cidadania, também o suspendeu da legenda mas quer ainda expulsar o político indesejável. Porém, acredite, está impedido pela Justiça de tal ato. Uma liminar concedida por uma mulher, a juíza Thaissa de Moura Guimarães, da 20ª Vara Cível de Brasília, mandou há meses interromper o processo de expulsão, o que atenta contra o bom senso e a autonomia partidária.

Enquanto isso, o deputado “suspenso” segue em campanha eleitoral pela reeleição em 2022. Viaja por vários municípios paulistas, onde é recebido como autoridade por prefeitos, divulga atividades do mandato - principalmente verbas que foram encaminhadas às cidades através de emendas parlamentares - e nós ficamos aqui assistindo a tudo com cara de otários.

Apesar de pedir na Justiça a paralisação do processo de expulsão partidária, a penalidade na legenda que o elegeu parece inevitável. O mais inusitado, entretanto, é que o deputado nem pretende permanecer no Cidadania. Já tem apalavrada a transferência para o PSD. A intenção é deixar esfriar a repercussão do caso para sair na janela eleitoral de abril, como se alguém fosse esquecer daquela cena deprimente e deplorável exibida em rede nacional. Inocente, coitadinho.