sexta-feira, 8 de março de 2024

Começou o troca-troca de partido e os vereadores estão alvoroçados


Liberou geral! Abriu a “janela partidária” para os vereadores de todos os municípios que quiserem trocar de legenda para disputar as eleições de outubro sem o risco de perderem o mandato na justiça. Todos fazendo conta de como se reeleger mais fácil.

Eu só menciono este fato para constatar com você que a maioria dos partidos são meros cartórios eleitorais. Peças de ficção que não significam absolutamente nada no cotidiano dos cidadãos. Pior: às nossas custas!

Esses partidecos elegem qualquer um, sem competência nem ideologia, meramente para abocanhar a maior parte dos dois fundos milionários de dinheiro público que estão à disposição anualmente dessa camarilha.

Você acompanha o trabalho da Câmara Municipal? Pegue-se o exemplo da maior delas, a paulistana. Teoricamente deveria ter os parlamentares mais preparados, afinal mexe com o maior orçamento do Brasil, a maior população, com mais visibilidade e complexidade de problemas.

Pois reúne ali um bando de despachantes de luxo dos interesses das máfias que tratam com o poder público. Danem-se os benefícios à maioria da sociedade e a proteção aos direitos das minorias. Ali o que move sessões e votações é o dinheiro para facilitar a reeleição dos integrantes da quadrilha. Quem se dá bem no Legislativo é quem vive como satélite do prefeito, não por acaso um ex-vereador medíocre.

Nada vai mudar se você não se informar melhor e votar naquele mesmo sujeito que sempre promete mundos e fundos, te dá um tapinha nas costas às vésperas das eleições e passa quatro anos trabalhando para destruir o seu bairro e nossa a cidade. É o que temos hoje. Seremos cúmplices até quando?

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

É guerra! O chamamento do bolsonarismo para a Paulista. Só por Deus, mesmo


A escória da humanidade anuncia uma reunião na Avenida Paulista neste domingo: da familícia Bolsonaro a vendilhões do templo do porte de Silas Malafaia, ex-presidiários e corruptos como Valdemar Costa Neto, golpistas, negacionistas e lunáticos de variadas matizes, famosos equivocados como a ex-atriz senil Regina Duarte e o tom oficioso do evento garantido pelo prefeito Ricardo Nunes e pelo governador Tarcisio (ambos medíocres).

É um transbordamento do esgoto político-social brasileiro, aquela matéria orgânica malcheirosa que estava reclusa desde a tentativa aloprada do golpe de 8 de janeiro de 2023, em nova investida para furar a bolha das redes sociais bolsonaristas e voltar às ruas. O mote é o mesmo: atacar as instituições e defender o mito dos tolos, oportunistas, psicopatas e hipócritas.

O alvo principal, por óbvio, serão Lula e o STF. Afinal simbolizam para a turba alienada os obstáculos para o retorno triunfal desta extrema direita, extremamente tosca, ao poder. É a tal “família tradicional brasileira” em êxtase. Do maluco anticomunista armamentista à vovozinha do Zap, passando pelo tiozão do pavê.

Um novo tópico serve de combustível para a manifestação acalorada dos saudosos da ditadura militar e dos nostálgicos da tortura além da iminente prisão do imbroxável Jair Bolsonaro, agora também inelegível e inviajável com o passaporte apreendido pela Polícia Federal. Vão defender Israel e os judeus das supostas ofensas de Lula, contra quem propõem agora o impeachment.

O “crime” de Lula: dizer que o massacre desumano na Faixa de Gaza se assemelha à tragédia do Holocausto. Ó, profunda heresia! Pois diz a Bíblia que os judeus são o povo escolhido de Deus, portanto suas vidas valem muito mais do que os “danos colaterais da guerra”, que são as vidas ceifadas de famílias palestinas, com idosos, mulheres e crianças que estavam ali na hora errada, no lugar errado.

Pois é: o erro, seja lá o que isso signifique. Uma parte da sociedade que se julga superior aos demais. No Brasil e no mundo. Tudo se resume à complexidade do ser humano, da vida e da morte. A verdade absoluta. O poder. Tudo em nome de Deus. Não foi à toa que Barrabás foi salvo pelo povo para a crucificação de Jesus. A saga continua.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Em ano eleitoral, prefeito e vereadores paulistanos vão perdoar outra vez devedores e obras irregulares da cidade


Vem aí na Câmara Municipal de São Paulo, em cumplicidade eleitoreira com o prefeito e candidatíssimo à reeleição, Ricardo Nunes, dois projetos absolutamente oportunistas, caça-votos e irresponsáveis para a coletividade: uma nova anistia para obras irregulares e outro parcelamento das dívidas dos contribuintes paulistanos.

É praxe na rotina política dos 55 vereadores e deste prefeito medíocre, títere dos interesses econômicas e corporativos do “mercado” (leia-se dos privilégios da elite em detrimento da maioria da população): beneficiar a ilegalidade, passar pano para os “amigos”, para a malandragem e para a canalhice que domina a cidade.

Quem obedece a lei em São Paulo é tido como otário, mané. Ao contrário, quem surfa nas ondas das contravenções e das irregularidades administrativas tem a certeza de que será atendido pontualmente pelo prefeito e pelos vereadores. Basta levantar o histórico de anistias e revisões das leis municipais, especialmente nesse âmbito de serviços, obras públicas e do mercado imobiliário (não por coincidência, os maiores doadores das campanhas eleitorais).

Enfim, as eleições municipais já dominam as atenções da Câmara. O atual presidente, vereador Milton Leite (União Brasil), não esconde a intenção de ser candidato a vice do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Nada que surpreenda para quem sabe que ele já é praticamente o prefeito de fato, pois tanto o mandatário do Executivo paulistano quanto a atual composição do Legislativo comem miudinho na mão do longevo e todo-poderoso vereador.

Para fechar com uma antecipação de notícia: Milton Leite afirma que seu partido lançará ao menos dois grandes puxadores de votos nas eleições de outubro. Segundo ele, nomes que vão surpreender e tornar o União Brasil a maior bancada da Câmara na legislatura que se iniciará em 2025. Aguardemos.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Valdemar x Tabata: Começou a baixaria bolsonarista na campanha paulistana


O primeiro grande ataque midiático na campanha eleitoral paulistana foi desferido contra a candidata Tabata Amaral (PSB) por Valdemar Costa Neto, ex-presidiário do mensalão e todo-poderoso presidente do PL, a legenda que abriga Jair Bolsonaro e grande parte da escória bolsonarista.

O político-bandido tenta desqualificar Tabata por supostamente lhe faltar “experiência administrativa” para concorrer à Prefeitura de São Paulo. Justo ele que, veja só, defende que Michelle Bolsonaro pode ser Presidente da República. Qual é a experiência de Michelle? Ter administrado as joias saqueadas pelo marido? Ou a despensa com leite condensado para a hora do lanche no Palácio?

Lembrando que, aos 30 anos, Tabata Amaral exerce seu segundo mandato como deputada federal, foi listada pela BBC de Londres como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo e tem um amplo histórico como ativista social desde que ficou nacionalmente conhecida por sua trajetória exemplar da periferia paulistana à tradicionalíssima Universidade de Harvard.

Mas a cereja do bolo fecal despejado pelo criminoso fanfarrão em entrevista à Globo News partiu do preconceito absolutamente cretino ao mais baixo nível de machismo e misoginia. O papel de Tabata foi reduzido por Valdemar ao de namorada do prefeito de Recife, João Campos, e que ela poderia usar deste relacionamento como argumento à falta de experiência. A fala cafajeste do apoiador de Ricardo Nunes insinua que uma mulher como Tabata atue na sombra de um homem. Coitado do Valdemar. Ele não sabe o que diz.

Aliás, Valdemar emprega Jair e Michelle Bolsonaro como funcionários remunerados do Partido Liberal. Ambos tem salários milionários bancados pelo fundo público partidário. São pagos com o meu, o seu, o nosso dinheiro. Não sei você, mas eu não fico satisfeito de sustentar vagabundos. Nem de ouvir os impropérios deste cadeieiro contra uma mulher digna. Total solidariedade à Tabata.

domingo, 28 de janeiro de 2024

São Paulo, a cidade que derruba árvores para preservar postes e fios mal instalados


Assista aqui ao vídeo

Servicinho canalha, porco, mal feito, sem nenhum critério nem bom senso, prejudicial à população, danoso ao meio ambiente.

Parceria burra da Prefeitura de São Paulo com a Enel, duas prestadoras de serviços medíocres, que merecem o Prêmio igNobel: arrancam árvores para preservar os fios.

Pior que não existe planejamento, não há orientação de engenheiros agrônomos, biólogos, ambientalistas, ninguém minimamente competente para definir como podar corretamente as árvores. A ordem é apenas arrancar tudo aquilo que os funcionários “acham” que pode esbarrar nos fios. Resultado: uma tragédia anunciada.

Esta cena específica é de hoje, domingo, 28 de janeiro de 2024, ao lado do Clube Juventus, na Mooca. Uma área prioritária para as sandices do prefeito, ao que parece. Árvores que levaram décadas para crescer e servem de habitat de periquitos, maritacas, ararinhas maracanã, sabiás, sanhaços, bem-te-vis e tantas outras espécies, simplesmente destruídas por ordem das “otoridades”. Um atentado à vida e à inteligência.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Quem vai esfarelar primeiro: o asfalto ou a candidatura do prefeito Ricardo Nunes?


O prefeito paulistano Ricardo Nunes, o medíocre, fez três grandes apostas marqueteiras para tentar sair do semi-anonimato e ter alguma chance de se reeleger em outubro:

1 - Um grande plano de recapeamento das ruas da cidade, listadas nas áreas de influência dos vereadores da sua base de apoio, que também estão desesperados por votos;

2 - A gratuidade dos ônibus nos fins-de-semana e o congelamento da tarifa, duas medidas populistas e insustentáveis com fim anunciado para o pós estelionato eleitoral;

3 - O apoio do governador Tarcisio de Freitas e do ex-presidente Jair Bolsonaro, ainda que seus eleitores tenham verdadeira repugnância pelo prefeito e por sua gestão incompetente.

Mas vamos nos ater aqui apenas à qualidade do asfalto “novo” colocado nas ruas de São Paulo: essa propaganda enganosa não vai resistir nem ao 1º turno das eleições. Já está ficando tudo esburacado, desnivelado, esfarelado.

Cadê os vereadores que escolheram a dedo as ruas e avenidas de seus redutos para ganhar este presente de grego? Alguma satisfação aos eleitores? Quem vai arcar com esse prejuízo e com tanto dinheiro público escorrendo pelo ladrão?

Cadê a turma que já está faturando alto na pré-campanha eleitoral (antecipada e ilegal) do candidato Ricardo Nunes, tipo o shownarlista Luiz Bacci, que mistura nas suas redes a propaganda remunerada do prefeito com anúncios de casas de apostas? Alguém vai se explicar ao Ministério Público, à Câmara Municipal, ao TCM e ao TRE? Ou tudo acaba em pizza?

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Você prefere votar no candidato do movimento sem-teto ou na associação dos políticos sem-vergonha?


A gestão do prefeito paulistano Ricardo Nunes não é apenas ruim, incompetente, irresponsável, ineficiente e ineficaz. Ela é realmente danosa à população, prejudicial à cidade. Uma lástima. Uma vergonha.

De vereador medíocre a vice oportunista do então prefeito Bruno Covas à beira da morte, Ricardo Nunes é cria da pior espécie de políticos brasileiros. É daquele tipo que dá uma banana para a ética, a moralidade e o bom senso no trato da coisa pública.

Quem comanda São Paulo hoje são os grandes esquemas de interesses financeiros e corporativos, enquanto Ricardo Nunes e uma Câmara Municipal corrompida há décadas trabalham como despachantes de luxo dessa organização criminosa que se sobrepõe à lei e à ordem com seus métodos inescrupulosos.

Por que eu digo isso tudo? Porque a campanha eleitoral já começou e a aliança aloprada da situação, que reúne de bolsonaristas e tucanos a ex-comunistas, acusa duramente os candidatos de oposição daquilo que a própria chapa governista representa: criminosos, delinquentes, baderneiros, bandidos, corruptos, mafiosos.

Parece que o eleitor paulistano teme a candidatura de Guilherme Boulos, líder do movimento sem-teto, ou da jovem e inexperiente deputada Tabata Amaral, mas não percebe que São Paulo já foi invadida por políticos sem-vergonha, desprovidos de princípios, valores e senso de justiça, desonestos, traiçoeiros e sem caráter.

Em resumo: qualquer candidato ou candidata que se apresente na eleição de outubro será melhor do que reeleger o atual prefeito Ricardo Nunes, péssimo na zeladoria da cidade, um atraso em realizações eficazes e uma nulidade para cuidar de São Paulo com o carinho, o amor, a inteligência e a sensibilidade que a nossa metrópole necessita.