terça-feira, 17 de maio de 2022

Quatro anos em quatro meses


Pouca gente se dá conta, mas faltam apenas 4 meses e meio para as eleições. São 19 semanas, ou 138 dias corridos, ou ainda 97 dias úteis para escolhermos presidente, senadores, governadores, deputados federais e estaduais.

Isso é muito pouco para definirmos os próximos quatro anos (e com eles todo o futuro) da História do Brasil. Estamos à beira de um abismo político, econômico, ético, institucional. Mais uma escolha errada e estaremos condenando gerações de brasileiros ao retrocesso, ao fracasso, à fome, à miséria e a um apagão antidemocrático.

Não cansamos de afirmar: Bolsonaro é um verme. O bolsonarismo é a escória da humanidade. É preciso deixar tudo muito explícito. Muita gente se revolta com essa afirmação? Azar dos incomodados. O que não cabe mais, a essa altura da vida, é a omissão covarde, hipócrita, conveniente e oportunista.

Então, sermos antibolsonaristas nos torna automaticamente petistas? Ora, claro que não! Quanta cretinice! Estão aí inúmeras opções de candidaturas além de Bolsonaro e Lula. Bastaria a pressão da sociedade, a boa vontade dos partidos, a conscientização e o bom desempenho dos próprios pré-candidatos para viabilizar uma alternativa à polarização.

Ocorre que há uma incompetência generalizada, uma falta de diálogo e interesse objetivo para a construção de uma proposta concreta, viável e consistente que una minimamente adversários eleitorais, pontuais e históricos contra inimigos em comum da democracia e do país. Quem se propõe a isso, hoje, são Lula e Alckmin. Será que vai funcionar?

Por outro lado, todas as pré-candidaturas da chamada 3ª via estão implodindo. Nenhum partido levou a sério a missão de buscar um consenso para o bem do Brasil, que não passasse por interesses paroquiais, eleitoreiros, mesquinhos e imediatos de suas próprias legendas. Depois não reclamem do resultado das urnas. Nem pensem que estão isentos de culpa.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Prefeitura e Governo do Estado batem cabeça para resolver situação da cracolândia e destino dos moradores de rua


A cena na cracolândia é degradante (e bastante conhecida): usuários de drogas amontoados na sujeira, com livre acesso a traficantes, que mais parecem saídos de um desses filmes ou séries de zumbis. Um horror.

Outros moradores de rua seguem espalhados por toda a cidade, em quantidade cada vez maior, fruto da pobreza e da miséria humana, num problema que parece também sem solução há sucessivas administrações municipais e estaduais.

Mudam os usuários de lugar com ações absolutamente ineficazes, seja da polícia, da saúde ou da assistência social, numa incapacidade generalizada do poder público. Empurram essa massa de miseráveis de um lado para o outro, no entorno da Estação da Luz, da Praça Princesa Isabel e mais nada.

Sobre a “população em situação de rua”, a mesma coisa. A gestão (a atual, mas não foi diferente com as anteriores) bate cabeça com promessas de soluções fáceis e rápidas, que vão de acampamentos improvisados a vagas em hotéis populares, mas passam longe de intervenções definitivas que fujam do simples populismo ou de políticas descaradamente higienistas.

O inverno se aproxima e mobiliza a cidadania em campanhas do agasalho, que reforçam outras de distribuição de alimentos para as famílias desvalidas nas ruas. Na Câmara Municipal, o líder do governo propõe transformar a Praça Princesa Isabel em parque. Tá. E daí? No que isso vai mudar a degradação do local? E os outros parques que tanto reivindicamos?

Na verdade essas populações marginalizadas incomodam e amedrontam, mas acabam incorporadas ao nosso dia a dia e até aceitas como uma coisa normal. Se limitadas a um gueto, sem causar grandes transtornos ou ameaças à rotina da cidade, vão passando quase despercebidas, entre uma e outra atitude benevolente. Não pode ser assim.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Você se preocupa com o deputado que vai merecer o seu voto? Ou só escolheu um lado da bandidagem?

 


Na onda bolsonarista que varreu o país em 2018, foram eleitos deputados estaduais, deputados federais e senadores que não tem o mínimo compromisso com a democracia e mostram completo despreparo para serem humanos, imagine então bons parlamentares e representantes do povo.

Não basta ser lacrador nas redes sociais ou posar de ativista político e ideológico (fazendo o discurso que você quer ouvir) para merecer o seu voto. Isso é mais velho que o conto do vigário. Mas o pior é que muita gente ainda cai. Veja o nível dos mais votados do Legislativo (homens e mulheres). Um horror!

Agora vão tentar repetir o golpe. O próprio presidente Bolsonaro, que se elegeu há quatro anos por um partido de mentirinha (o PSL), fazendo daquela legenda a maior da Câmara dos Deputados e de muitas Assembleias Legislativas, escolheu agora entrar no profissionalíssimo PL, o partido do presidiário do mensalão Valdemar Costa Neto.

Tem alguma coerência votar no sujeito que se elege prometendo combater a corrupção e esvaziar o poder do Centrão, negociando agora a própria filiação (além dos filhos delinquentes) e entregando o governo para um dos chefões dessa quadrilha? (Ah, mas o Lula…)

Ora, se você é antipetista porque considera o PT um antro de corruptos, vai votar em outro partido cujo dono foi um dos presos junto com o Lula? Até para o padrão bolsonarista de imbecilidade isso parece demais para engolir, hein? Ou basta cada um escolher seu bandido de estimação e segue o baile?

terça-feira, 10 de maio de 2022

Xerife, xerifinho e a malandragem eleitoral às custas da boa fé do povo


A Câmara Municipal de São Paulo é aquilo que a gente já conhece: uma casa de despachantes de luxo dos mais diversos interesses (na maioria das vezes que atende a pequenos grupos em detrimento da maioria da sociedade), com raras e honrosas exceções.

Entre os 71 projetos em pauta nesta terça-feira, 10 de maio, por exemplo, no meio de mais um benefício fiscal a igrejas evangélicas e outros tantos temas corporativistas, vou pinçar um caso concreto do que passa despercebido da maioria da população e da grande imprensa, mas deveria nos causar verdadeira ojeriza.

Veja o que propõe o suplente de vereador Jorge Wilson Filho, do Republicanos, na pauta de hoje: simplesmente concede o título de cidadão paulistano ao papai dele, o deputado estadual Jorge Wilson, também conhecido como “Xerife do Consumidor” em suas reportagens sensacionalistas nos telejornais da Rede Record.

Veja que situação inusitada: nessa linha de produção populista da Record (em parceria com o Republicanos, ou seja, a TV e o partido da Igreja Universal), que já elege de quatro em quatro anos Celso Russomanno e toda uma associação de pastores e cúmplices dessa indústria do dízimo e da exploração do povo, saiu mais uma aberração eleitoral.

O personagem “Xerife do Povo” se elege deputado estadual (é novamente candidato à reeleição), em dobradinha com Russomanno federal, e ainda faz do filho de apenas 20 anos o 1º suplente na Câmara Municipal de São Paulo. O filhinho assume por um breve período a cadeira de vereador e faz logo um projeto que homenageia o papai, para ajudar na campanha. Não é lindo isso? Ô fofura!

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Recado dado ao prefeito e aos vereadores


O jornal Folha de Vila Prudente de hoje diz tudo o que precisa ser dito para alertar o prefeito Ricardo Nunes e a Câmara Municipal de São Paulo das vistas grossas que as autoridades fazem sobre as justas reivindicações na Mooca de áreas verdes, urbanismo, meio ambiente e sustentabilidade.

Não tem como dizer que a Prefeitura de São Paulo, a Subprefeitura da Mooca, vereadoras e vereadores não sabem do que se trata, não é mesmo?

Queremos o Parque da Mooca na totalidade do terreno descontaminado da antiga Esso. A solução é possível e viável, nos mesmos moldes do entendimento que foi feito no Parque Augusta.

Áreas para habitação não faltam na região, por toda a extensão da linha férrea, com indústrias e galpões abandonados, além de inúmeros pontos com submoradias (favelas, cortiços) e ruas de comércio que viraram corredores fantasmas, com praticamente todos os imóveis fechados e vazios.

Precisamos de uma gestão municipal inteligente, eficiente, com visão de futuro para a cidade, que preserve o bem da comunidade e a qualidade da vida de todos, em vez de pequenos privilégios e vantagens para poucos.

terça-feira, 3 de maio de 2022

É coisa de vereador que precisa ser cassado, né?


Pronto. Acabou para o vereador Camilo Cristófaro (PSB), depois de inúmeras polêmicas e denúncias em dois mandatos sucessivos na Câmara Municipal de São Paulo. 

Se já era evidente que se trata de um sujeito desqualificado, agora vazou uma frase racista - absolutamente condenável e inaceitável - que levará enfim o vereador à cassação.

Durante reunião da CPI das empresas de aplicativos, ouviu-se no plenário a voz de Camilo Cristófaro, em participação remota, pronunciando uma frase criminosa, indefensável: “Varrendo com água na calçada... é coisa de preto, né?”.

Não é preciso dizer mais nada. Cassação já! O episódio repugnante, deplorável, absurdo, ocorre no dia seguinte a outro acontecimento igualmente racista no metrô, quando uma mulher branca disse a uma negra que não encostasse os cabelos nela para não lhe passar nenhuma “doença”.

Doentes são os racistas. Basta!

segunda-feira, 2 de maio de 2022

É preciso reconhecer: Bolsonaro pode ser reeleito. (Eles são muitos!)


Pedem para termos tolerância e civilidade com bolsonaristas. Mas, fala sério, que tipo de argumento racional vai funcionar com essa corja de vermes acéfalos? Que respeito podemos ter por essa escória que usa em vão o nome de Deus para apoiar a besta, e ditadura, e tortura, e milícia, e morte?

Não simpatizo com fanáticos por nenhum partido ou candidato, até porque entendo que políticos precisam ser cobrados, fiscalizados, criticados, jamais bajulados. Não apoiamos - e muito menos idolatramos - candidato algum, mas vai tentar explicar isso para um cretino bolsonarista…

O bolsonarismo supera o simples fanatismo ideológico. É uma doença terminal de corpo e alma. Lunáticos idiotizados que vivem uma realidade paralela, analfabetos funcionais, um “eleitoGado” sem cérebro e sem caráter que segue o toque do berrante de um presidente demente. Caso perdido.

Foi Nelson Rodrigues (que só falta agora ser acusado de “esquerdalha” por esses energúmenos) quem disse: “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade”. Pois é isso. Os bolsonaristas são muitos. Triste fim.

sábado, 30 de abril de 2022

A escalada do golpe neste 1º de maio, novo Dia do Vagabundo


A data já marcou no Brasil a justa homenagem ao Dia dos Trabalhadores. Depois, graças às centrais sindicais de picaretas e pelegos, adesistas, governistas e oportunistas, virou um dia de discursos hipócritas e populistas, shows musicais e sorteios de prêmios.

Neste 1º de maio de 2022 despencamos num abismo ainda maior: bolsonaristas irão às ruas manifestar apoio ao presidente demente e vagabundo, ao indulto concedido a um deputado apologista do golpe, questionar a legitimidade das eleições, atacar a imprensa e as instituições democráticas e republicanas.

O Brasil virou isso aí? Pior que, se eu critico essa escória canalha do bolsonarismo, eles me mandam para Cuba ou para a Venezuela. Ora, mas quem pede a intervenção das Forças Armadas, o fechamento do Congresso e do Supremo, paredão para jornalistas e opositores são esses FDPs. Quem defende ditadura são eles, não eu!

Eu quero eleição direta, livre, legítima, sem milícias ou ameaças de golpe. Quero ver essa corja de políticos bandidos ser derrubada no voto, devolver todo o dinheiro roubado, pagar por seus crimes na cadeia. Não defendo (e muito menos idolatro) bandido de esquerda nem de direita, ao contrário desses fanáticos e lunáticos.

Então, vermes bolsonaristas, devolvam o 1º de maio ao trabalhador e à trabalhadora, estes que hoje vivem na miséria por conta de um desgoverno criminoso, inepto, incompetente, ideológico, maquiavélico, destruidor de qualquer esperança de um futuro melhor.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

São Paulo literalmente no buraco: serviço de recapeamento só aparece em ano eleitoral


Muita gente acha que o trabalho do prefeito se resume a mandar tapar buraco de rua. Pior é quando nem isso o sujeito faz, né? Pô, Ricardo Nunes, o que acontece com a cidade de São Paulo? Não tem uma única rua transitável. Nenhum serviço de tapa-buraco, recapeamento, nada!

Depois de um ano e quatro meses sem estes serviços essenciais em qualquer cidade (imagine numa metrópole como a capital paulista!), a Prefeitura anuncia que vai, enfim, abrir uma licitação. Vocês estão de brincadeira, né? Vão tapar buraco só de dois em dois anos, às vésperas das eleições?

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Acabou o Carnaval, já podemos começar o Ano Novo do #ForaBolsonaro?


Se no Brasil, como dizem, o ano só começa depois do Carnaval, chegamos prontos em maio para começar enfim 2022.

A pandemia já não aterroriza tanto, a vida vai voltando aos poucos à velha normalidade - o que não nos autoriza a baixar a guarda das medidas de prevenção e higiene para nos poupar de qualquer doença.

Mas o que me preocupa mesmo, em ano de calendário maluco e Copa do Mundo, é a possível reeleição do doente e maluco do mal. Mas não é só o presidente demente, não. É toda uma corja de políticos bandidos, cafajestes, criminosos, sustentados por bolhas de fanáticos, lunáticos, milicianos e imbecis da pior espécie.

Vamos focar na eleição de um novo presidente e de governadores, senadores, deputados federais e estaduais beeeeeem melhores que os atuais. O nível dos nossos representantes (que não é muito diferente dos representados, infelizmente) nunca foi tão lamentável, baixo, sujo, desqualificado.

Está na ponta dos nossos dedos. O indicador para digitar conscientemente na urna o número de candidatos mais capacitados, responsáveis, preparados, com verdadeiro espírito público, e o do meio em homenagem merecida à escória que precisa ser varrida do poder: 🖕🏻 feliz ano novo, sem vocês de novo. Nunca mais!

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Dia do descobrimento: Será que alguém pode cobrir de novo?


Há 522 anos, dizem os livros de História da tradicional família brasileira, essa que forma cidadãos de bem que elegeram e querem reeleger Jair Bolsonaro, também num 22 de abril, Pedro Álvares Cabral “descobriu” o Brasil.

Nada mais apropriado para lembrarmos neste momento em que temos um presidente demente eleito por acidente. Fomos “descobertos” acidentalmente. Cabral errou o caminho das Índias e parou por aqui mesmo. Nem foi o primeiro a chegar, mas que seja. Tanto faz. Trocando espelhinhos e outros mimos com os indígenas iniciou-se a corrupção brasileira.

Muitos anos depois, Bolsonaro redescobriu o Brasil. Destampou nossas entranhas. Descobriu literalmente o esgoto da política e da sociedade, exposto agora a céu aberto, fétido, podre, doente. Típico do bolsonarismo. Essa coisa asquerosa de heróis como Brilhante Ustra e Daniel Silveira. Do mito mitômano. Decidiram reescrever a nossa História.

Estamos agora num Carnaval extemporâneo dos tempos de pandemia e de Bolsonaro, dois dos males que nos assolam, logo depois da Páscoa, do Dia dos Povos Indígenas e de Tiradentes, num calendário tresloucado como a familícia que controla o país. Viva a folia! F***-se o Brasil!

Da Páscoa rememoramos que o povo preferiu Barrabás a Jesus. Hoje as redes mostram que o ladrão popular e populista está reencarnado neste Messias que mais parece a própria besta. E o Brasil carrega essa cruz. Negacionista, terraplanista, saudoso da ditadura e da tortura, miliciano, quadrilheiro, corrupto, despreparado, desqualificado, vagabundo…

Dizia-se antigamente que isso era o “samba do crioulo doido”. Não se diz mais. Hoje esses termos são abominados por serem politicamente incorretos. Por outro lado, nunca fomos tão politicamente incorretos ao termos um verme como este presidindo o Brasil. Sinal dos tempos. Um dia seremos estudados. Quem será que vai descobrir por que regredimos tanto?

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Bolsonaro vai perder a eleição, não vai aceitar a derrota e vai tentar um golpe


Faltando quase cinco meses para as eleições presidenciais, este 21 de abril me parece bastante emblemático para defender os princípios da independência, da liberdade, da democracia e do estado de direito.

Não apenas porque Tiradentes foi condenado à morte, enforcado, decapitado e esquartejado ao questionar e combater os poderosos da época, mas porque vivemos um período igualmente triste da nossa História, com o país entregue a fanáticos, lunáticos, cafajestes, golpistas, bárbaros e desumanos.

Quem diria que em pleno 2022 teríamos cidadãos (inclusive o presidente da República) que fazem publicamente a defesa da ditadura, da censura e da tortura? Que querem calar seus opositores, agredir, ofender, ferir, matar? Que colocam em dúvida as instituições e em risco as conquistas das últimas décadas para se manterem no poder a qualquer custo?

O título lá do alto (Bolsonaro vai perder a eleição, não vai aceitar a derrota e vai tentar um golpe) não é uma previsão absurda, alarmista, impossível nem distante de acontecer. É mais uma tragédia anunciada.

Bolsonaro e os bolsonaristas, essa escória da sociedade, estão aí diariamente preparando o golpe. Ou acordamos e reagimos, ou sofreremos as consequências da omissão e da relativização da gravidade dos fatos.

terça-feira, 19 de abril de 2022

Acabou a mamata, robolsotários?


O presidente demente, esse bandido desqualificado que veste a faixa presidencial, entregou o (des)governo ao Centrão e está filiado ao partido que é propriedade particular de um ex-presidiário do mensalão, cúmplice das tramóias de dez entre dez governos corruptos, mas o eleitor-gado bolsonarista vem dizer que “acabou a mamata”.

Os filhos delinquentes da familícia, todos eles, além da primeira-dama e das ex-esposas (viva a família tradicional brasileira!), estão envolvidos com esquemas ilegais, rachadinhas, tráfico de influência, caixa 2, enriquecimento ilícito, negociatas, propinas e favores, mas o eleitor-gado vem dizer que “acabou a mamata”.

Tudo que envolve suspeitas ou evidências de ilegalidades envolvendo Bolsonaro e sua corja fica escondido sob absurdos decretos de sigilo por 100 anos, fora o fato desses fujões covardes viverem sob a proteção do foro privilegiado. O que será que eles tem a esconder? Por que temem tanto a liberdade de informação, as leis da transparência e a justiça? Quadrilheiros!

É viagra e prótese peniana para as Forças Armadas, é leite condensado superfaturado, lagosta e outros mimos no Palácio, é a máfia das vacinas, é dízimo na Educação, é a cumplicidade com o desmatamento e o garimpo ilegal, o OGROnegócio, a liberação de agrotóxicos proibidos no mundo inteiro, a indústria assassina das armas (que alimenta toda a rede do crime), enfim, é a farra da bandidagem. Mas “acabou a mamata”. Sei.

sábado, 16 de abril de 2022

O selvagem da motocicleta


Você aí, brasileiro comum e sem privilégios, mal tem dinheiro para fazer a compra do mês no mercado. Se tem um carro ou moto, sabe o quanto custa botar uns litros de gasolina no tanque. Isso para não falar da inflação e de outras taxas, impostos e outros preços com aumentos e reajustes frequentes.

Mas o presidente demente, a besta que a escória elegeu e quer reeleger, o selvagem da motocicleta, juntou quase quatro mil imbecis para debochar do povo na tal “motociata” que configura mais um crime dessa corja, outra vez em campanha eleitoral antecipada e, portanto, ilegal. Pior: gastando dinheiro público para promoção pessoal com esse rebanho de acéfalos em duas rodas.

Isso numa semana tipicamente canalha do bolsonarismo. Primeiro, o bandido que veste a faixa presidencial decretou sigilo de 100 anos sobre as visitas ao Palácio do Planalto dos pastores corruptos que roubavam dinheiro da Educação. Depois, descobrimos que o imbrochável Bolsonaro, o mito mitômano, comprou 35 mil comprimidos de Viagra para presentear seus coleguinhas senis do Exército (como já havia adoçado a tropa mais moça com bastante leite condensado superfaturado).

Para fechar a semana com chave de ouro (num toque de Midas às avessas, pois onde Bolsonaro toca vira m****), as milícias virtuais bolsonaristas resolveram atacar quem manifestou solidariedade ao jovem jornalista da Globo que foi esfaqueado em Brasília. Desenterraram o episódio do atentado ao presidente em 2018 para tentar desqualificar quem demonstra empatia agora com o rapaz.

É ou não é o esgoto da humanidade esse lugar em que habitam fanáticos e lunáticos bolsonaristas? Nós, seres racionais, com alma e caráter, amor e respeito à vida, precisamos repudiar e combater de todas as formas esses vermes. É uma guerra da civilização contra a barbárie. Ao contrário desses selvagens, a nossa arma mais limpa e eficaz para erradicar Bolsonaro e sua ralé será o nosso voto. E vamos vencer.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Já escolheu seu presidiário: o ex ou o futuro?


Chegamos à conclusão óbvia, se você não é um completo imbecil, totalmente desinformado ou absolutamente mal intencionado, que não há nenhum motivo racional, coerente, honesto e inteligente para votar em Jair Bolsonaro para presidente da República.

E não venha me dizer que alguém vota no Bolsonaro porque ele não é corrupto, porque Lula foi preso, porque o PT não sei o quê, porque a esquerda não sei o quê lá… Chega! Vai fazer esse discurso cretino na sua bolha de vermes bolsonaristas ignorantes e bandidos. Gado acéfalo.

Tudo indica que o Brasil estará mesmo dividido entre o ex-presidiário e o futuro detento, pois a cadeia também aguarda Bolsonaro, assim que este criminoso que carrega a faixa presidencial perder o foro privilegiado e a proteção inerente ao cargo graças ao sistema cúmplice e corrupto que hoje preserva a familícia e se reproduz a cada quatro anos.

Não deixa de ser curioso que ética, honestidade, moral, ficha limpa etc. ainda pautem as eleições presidenciais, sendo que NENHUM partido está imune à bandidagem e à canalhice da política. Não há NENHUM partido que não tenha entre seus dirigentes e candidatos suspeitos, investigados e condenados por uma série de ilegalidades, crimes e contravenções (está aí Bolsonaro no partido do ex-presidiário mensaleiro para confirmar a regra).

Do Caixa 2 das campanhas a contas que não fecham e foram reprovadas pelos órgãos de fiscalização. De regras eleitorais burladas, desde pequenos delitos a grandes desvios de recursos públicos ou favores privados, eu repito: NENHUM partido pode bradar inocência. NENHUM. Então escolha outro argumento para justificar o seu voto.

A primeira condenação de Lula ocorreu em 2017, ou seja, passados 15 anos da primeira eleição do petista para a Presidência da República. Depois disso, ele ficou preso por 580 dias, ou um ano e sete meses. Agora o sistema judiciário está revendo essas condenações e reabilitou Lula para as urnas. Será que vamos aguardar mais 15 anos para ver Bolsonaro também ser preso?

Bolsonarista gosta muito de comparar a besta que eles idolatram com Lula. Parece que os lunáticos do bolsonarismo tem uma atração irresistível pelos fanáticos do petismo. Não sei se Freud explicaria tal fetiche, mas parece indiscutível. O fato é que Lula e Bolsonaro necessitam um do outro para algum deles se eleger. Pobre Brasil.

terça-feira, 12 de abril de 2022

Que tipo de gente pode ter Bolsonaro como ídolo?


Milicianos, fanáticos, lunáticos, negacionistas, oportunistas, golpistas, malandros, bandidos, idiotas… Não é possível que, em pleno 2022, alguém minimamente civilizado, intelectualmente capaz, com algum caráter, sensibilidade, empatia e amor à vida se declare ainda bolsonarista.

Ou é um completo imbecil ou muito mal intencionado. Porque uma coisa é o sujeito ser de direita e se apresentar como conservador, fundamentalista religioso, armamentista, antiesquerdista ou sei lá qual princípio ideológico ele queira manifestar.

Mas ser bolsonarista não é ideologia, é patologia. Idolatrar esse presidente demente, boçal, cretino, desqualificado, despreparado, mitômano, cúmplice de corruptos, saudosista da ditadura e apologista da tortura não é coisa de gente normal. Verme atrai verme.

Bolsonaro é um fracasso como político e ser humano. Uma fraquejada da natureza. Quem realmente quer o “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos” não pode compactuar com a besta, a familícia e a escória que vazou do esgoto com o bolsonarismo. É #ForaBolsonaro já e sempre. O resto a gente conversa.

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Prefeito Ricardo Nunes tem aprovação de 12% e reprovação de 30% dos paulistanos


Às vésperas de completar um ano como titular no cargo de prefeito de São Paulo, o ex-vereador Ricardo Nunes (MDB), que foi vice de Bruno Covas (PSDB), tem aprovação de apenas 12% dos paulistanos, segundo pesquisa do Datafolha.

O maior índice na avaliação é de “regular”, com 46%, seguido de “ruim” ou “péssimo” com 30%, “bom” ou “ótimo” com 12% e o mesmo índice de 12% dos entrevistados que dizem não saber opinar.

A reprovação é maior entre funcionários públicos e idosos, e a aprovação cresce entre os mais ricos. Isso deve significar alguma coisa, não é mesmo? Afinal, a quem serve essa administração? Quais as prioridades e bandeiras do atual prefeito?

Esse índice é o pior entre todos os prefeitos de São Paulo desde 1986, ficando abaixo dos primeiros anos de gestão de Luiza Erundina, Celso Pitta, Marta Suplicy, Gilberto Kassab e Fernando Haddad, por exemplo, que tinham até então as piores avaliações.

Na realidade, Ricardo Nunes não tem nenhuma marca significativa da sua administração, além de se mostrar cúmplice do que existe de pior no Legislativo paulistano, com a Câmara Municipal controlada por uma maioria de vereadores fisiológicos, corporativistas, oportunistas e que frequentemente negociam o apoio ao governo em detrimento do que é melhor para a cidade.

quarta-feira, 6 de abril de 2022

O senador de São Paulo é o famoso QUEM?


Você conhece o senador Giordano, atualmente no MDB? Provavelmente, a maioria do eleitorado de São Paulo nunca nem ouviu falar. Mas ele é um dos três senadores paulistas. Na verdade, um suplente que ganhou a titularidade por força de uma lei capenga. Um passa-moleque na vontade do eleitor e no voto que foi digitado nas urnas.

Alexandre Luiz Giordano (quem?), tem 48 anos e assumiu em 2021, com a morte do titular Major Olímpio. O mandato no Senado é de oito anos, portanto Giordano ocupará uma das três vagas paulistas até 2026. Parece absurdo que um desconhecido sem nenhum voto represente por tanto tempo o nosso Estado. Alguém que eu não reconheceria no metrô se estivesse do meu lado. Pode isso?

A posse dos suplentes de senadores é legal, mas me parece imoral e antidemocrática. A escolha é totalmente subjetiva, obedecendo a critérios políticos, ideológicos ou financeiros estritamente pessoais. Você elege um, mas quem exerce o mandato é outro que você nunca ouviu falar. E essa substituição é recorrente, seja pela morte do titular da vaga ou por afastamento para assumir ou disputar outros cargos. É o que pode acontecer novamente neste ano, pelo perfil dos pré-candidatos.

Hoje, além de Giordano, os senadores paulistas são os tucanos José Serra e Mara Gabrilli. A vaga aberta para disputa é a de Serra, que deve ser puxador de votos do PSDB para deputado federal. São cogitados como possíveis candidatos: Datena (PSC), Marcio França (PSB), Fernando Haddad (PT), Janaina Paschoal (PRTB), Paulo Skaf (Republicanos), Ricardo Mellão (Novo), Heni Ozi Cukier (Podemos) e, vejam só, até mesmo Marina Silva (Rede) e Sergio Moro (União Brasil).

Convenhamos, é improvável que o próximo senador (ou senadora) completem o mandato de oito anos sem tentar vôos maiores, como a disputa pela Prefeitura, pelo Governo do Estado ou pela Presidência da República, ou até mesmo assumir secretarias ou ministérios. Portanto, se não bastasse a difícil escolha em outubro próximo daquele senador que melhor lhe representa, é necessário ainda avaliar quem são os dois suplentes de cada candidato, para evitar surpresas desagradáveis.

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Queiramos ou não, o Brasil caminha para escolher entre Bolsonaro e Lula


Em menos de seis meses, o eleitorado brasileiro terá escolhido seu futuro presidente (se eleito no 1º turno) ou definido os dois candidatos que se enfrentarão no 2º turno. Tudo leva a crer, hoje, que vai se consolidar a polarização entre Bolsonaro e Lula.

Claro que as torcidas de Ciro, Moro, Doria, Leite, Tebet, D’Avila e outros possíveis presidenciáveis vão discordar desse prognóstico. Também os fanáticos ou lunáticos bolsonaristas e petistas devem torcer o nariz para qualquer crítica feita aos seus candidatos. Mas faz parte do jogo.

Enfim, a nossa aposta é que, se em 2018 prevaleceu o antipetismo para alçar Bolsonaro à presidência, neste ano o movimento pendular pode ir na direção contrária e fazer com que o antibolsonarismo possibilite o retorno de Lula. Isso é palpite, claro. Mas salve aí o print e nos cobre dessa opinião em seis meses (principalmente os bolsonaristas cretinos que estão nos chamando de comunistas).

Então Lula já ganhou? Claro que não. Longe disso. Bolsonaro tem a máquina e a escória numerosa de brasileiros que vivem no limbo entre a civilização e a barbárie. É muita gente e muito voto da direita tosca. O histórico petista do mensalão e do petrolão ainda causa estrago. Mas também o extremismo de esquerda (junto com a ausência de autocrítica) é prejudicial, como os ataques internos contra a aproximação de Lula com Alckmim.

Lula, porém, agora reabilitado na Justiça e reforçado pelo arrependimento sincero de muito eleitor bolsonarista há quatro anos, tem todas as condições de fazer a virada nas urnas. A chamada terceira via nunca existiu no Brasil (basta acompanhar todos as eleições desde 1989). Tudo caminha para Lula x Bolsonaro.

O mote da eleição será o “bem” contra o “mal”. Claro que os dois lados se enxergam como o bem. Falta combinar com o eleitor que fará a escolha entre um mal menor e outro maior. Os cidadãos mais conscientes, informados e racionais até podem ter uma visão isenta desse maniqueísmo, mas a grande massa brasileira estará dividida entre duas torcidas.

Ainda que sem qualquer paixão ou fanatismo, todos seremos chamados a optar por um lado ou outro. Aqui nós afirmamos e reafirmamos: se a eleição for entre Bolsonaro e uma barata, votaremos na barata. O bolsonarismo e os bolsonaristas são o que de pior pode existir na face da terra. Que voltem logo para o esgoto de onde jamais deveriam ter saído. O resto a gente enfrenta no diálogo, na ética e no voto.

sábado, 2 de abril de 2022

Troca-troca sem vergonha


Você viu que um quarto dos deputados federais, ou aproximadamente 120 dos 513 mandatários da Câmara, mudaram de partido na janela eleitoral que fechou ontem?

Isso mostra com nomes e números a falência do sistema partidário, a falta de compromisso de boa parte dos políticos com o eleitorado, a inexistência de vínculo coletivo ou ideológico além do interesse pessoal imediato e a frouxidão de caráter da maioria dessa casta de privilegiados que praticam um vale-tudo por fatias maiores de dinheiro público e tempo de TV para suas campanhas.

Fora isso, houve o abandono do cargo de ministros, secretários de Estado e governadores que renunciaram para tentar vôos maiores nas eleições de outubro. Ou seja, dane-se o voto que receberam para o mandato abandonado, eles vem aí para te enganar de novo. Pior: muito eleitor vai cair e votar nesses fulanos outra vez. Azar seu. Azar nosso.

E ainda temos que ouvir de bolsonaristas que essa corja é diferente. Ora, Bolsonaro se filia ao PL, propriedade do ex-presidiário e mensaleiro condenado Valdemar Costa Neto. Esse partido mercenário se torna o maior da Câmara dos Deputados, repleto de corruptos, oportunistas, lunáticos, ladrões e milicianos. Isso é “diferente” do que eles atacam nos outros? Oi?

E o Moro? Trocou o Podemos pelo União Brasil (DEM + PSL) depois de apenas cinco meses, passando vergonha e recibo. E o Datena? Era aliado do Doria e do Rodrigo Garcia até ontem, criticava o Bolsonaro mas fez um acerto para ser o senador bolsonarista por São Paulo. E o PSDB, que é um poço de trairagem? Que vergonha alheia! (E o eleitor vai cair nessa?)

Tem muito mais coisa para comentar. Lixos serviçais do bolsonarismo como Mario Frias, Sérgio Camargo, Damares Alves, Ricardo Salles, Tarcisio Freitas, Paulo Skaf e outros tantos vem aí candidatos em bando a deputado federal e estadual, senador ou governador para dar sequência à tomada de assalto dos cofres públicos e das nossas instituições. Pobre Brasil. Acorda pra vida, eleitor.

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Bolsonaro merece nosso apoio: viva 1º de abril!


Estão agitados os bastidores das eleições de outubro. As últimas movimentações reforçam a polarização entre Lula e Bolsonaro. Na tal 3ª via, então, é um festival de trairagens e tiros no pé. A janela de transferência dos deputados também acaba hoje. Vale tudo neste troca-troca.

Moro trocou o Podemos pelo União Brasil, dizendo que “no momento” abre mão da candidatura presidencial. Na verdade ele aposta que a guerra fratricida no ninho tucano inviabilize a cabeça-de-chapa do PSDB, com Doria e Eduardo Leite (e suas gangues) se engalfinhando pela mesma vaga (pior, fadada à derrota). Aposta de risco. Vão todos morrer na praia.

Diante desta situação, hoje é o dia ideal para afirmar que Bolsonaro vai ser reeleito no 1º turno. Qual data mais adequada para reconhecer que ele é o melhor se não este 1º de abril? No Dia da Mentira, o mito mitômano, presidente demente, merece a nossa homenagem. Amanhã a gente volta a falar deste verme criminoso, asqueroso e cretino.

quinta-feira, 31 de março de 2022

Um 31 de março pela democracia e pela liberdade


Para qualquer democrata, nem precisamos lembrar o que significa o 31 de março. O golpe militar de 1964, que teve apoio significativo da sociedade civil, iniciaria um triste período na história política do Brasil com 21 anos de ditadura, a cassação de direitos fundamentais, prisões arbitrárias, autoritarismo, tortura, morte.

Quase 60 anos depois, temos mais uma ameaça no horizonte contra a democracia, colocando em risco as nossas instituições, a cultura, a educação, os costumes, a sustentabilidade, a liberdade de expressão e pensamento, a laicidade do Estado, as eleições, o voto, a vida.

Nem precisamos reiterar o nosso repúdio a qualquer tentativa de golpe, censura, ataque às conquistas democráticas, à imprensa, à cidadania e aos três poderes da República. A nossa aversão ao extremismo, ao negacionismo, ao terraplanismo e todos os outros “ismos” que vem agregados ao bolsonarismo e aos bolsonaristas, esses fanáticos e lunáticos por Bolsonaro, o símbolo pronto e acabado da escória brasileira.

(Sem contar que esses imbecis não percebem que eles só tem direito à voz e ao voto por conta da consolidação da democracia. Golpistas ignorantes cretinos.)

Ditadura nunca mais! #ForaBolsonaro

quarta-feira, 30 de março de 2022

A bancada da rachadinha com Deus


O ministro da Educação caiu ao ser flagrado numa quadrilha de mercadores da fé que prometem recursos milagrosos para prefeitos em troca de propina. O próprio presidente, o papa das rachadinhas da familícia, disse que coloca a “cara no fogo” pelo ex-ministro mas na prática atua como refém da chamada bancada cristã.

Afinal, enquanto Bolsonaro posa de católico fervoroso, a primeira-dama ataca de “terrivelmente evangélica”. O Estado é (ou deveria ser) laico, mas o que tem de ladrão roubando em nome de Deus não está escrito. É crescente o poder (e as chantagens) desses políticos que misturam religião e ladroagem.

As igrejas já são isentas de impostos, taxas, multas etc. Agora a Câmara Municipal de São Paulo também prepara outro pacotão que perdoa até infrações à lei do silêncio, sem contar (de novo) obras irregulares, ausência de licenças, invasão de terrenos públicos, crimes ambientais, entre outros planos diabólicos. Só por Deus, mesmo…

Sabe quem sustenta essa bandidagem? O eleitor que se diz conservador, de direita, temente a Deus, defensor dos bons costumes, da tradição, da família e da liberdade. É um bando de hipócritas, demagogos, populistas, os vendilhões do templo desta nossa época. Até quando vamos carregar essa cruz?

segunda-feira, 28 de março de 2022

Educação de quatro é o retrato do bolsonarismo


Caiu o quarto ministro da Educação do desgoverno Bolsonaro. Um pior que o outro. Esse pediu exoneração ao ser flagrado num esquema de corrupção chefiado por pastores evangélicos bolsonaristas, amigos da primeira-dama e da familícia.

Isso porque Bolsonaro disse botar “a cara no fogo” pela idoneidade do ministro demissionário. Vai ter churrasquinho de presidente demente. Mito mitômano na brasa. Mais uma chamuscada na cara-de-pau desse duas caras sem caráter.

O sucessor da Educação está sendo indicado por Valdemar Costa Neto, ex-presidiário, mensaleiro condenado, chefe do Centrão que Bolsonaro prometia combater e dono do PL, o partido sujo que abriga Bolsonaro e a corja governista para a reeleição.

É ou não é um prato cheio para a escória bolsonarista que habita os esgotos da política e da civilização? Sabe como a gente de livra desses vermes? Com uma ação higienizadora através do voto, botando na cadeia todos os corruptos (ou o Centrão só não presta quando o presidente é do PT?) e escrachando esses vagabundos.

domingo, 27 de março de 2022

Se a eleição for entre Bolsonaro e uma barata, eu voto na barata!


Comunista! Esquerdalha! Comedor de mortadela! A teta secou! A mamata acabou! Vai pra Cuba! Vai pra Venezuela! Defensor do ladrão de nove dedos. Chora mais! Aguenta que dói menos!

Acho que, como amostra do nível repugnante da escória bolsonarista, está de bom tamanho. São algumas das agressões cretinas e dos xingamentos mais recorrentes nesse esgoto que transbordou com a eleição de Bolsonaro - e que é capaz de qualquer coisa para se manter na superfície.

Não tem conversa com esses vermes. É enfrentar no voto e na lei, na desmoralização do negacionismo e das fake news, combatendo sem dó as quadrilhas e milícias, os fanáticos e lunáticos do bolsonarismo. Dar o troco na mesma moeda. Mostrar que eles não amedrontam ninguém! Simples assim.

sábado, 26 de março de 2022

Quem é, hoje, o eleitor do Bolsonaro?


Eu observo quem ainda se manifesta em defesa do presidente demente e confesso um misto de tristeza, dó, riso involuntário e vergonha alheia pelo ridículo do contexto geral.

Porque até compreendo, embora discorde, de quem votou no Bolsonaro, em 2018, por desconhecimento ou falsa esperança de que ele faria um governo desvinculado dos velhos esquemas de corruptos e bandidos da política tradicional.

Mas bastava um pouquinho de informação sobre a familícia e toda a corja bolsonarista para saber o que viria por aí. Enfim, quem votou de boa fé, logo descobriu a fraude e se arrependeu. O eleitorado brasileiro caiu num golpe e acordou. Ok, tudo certo. Sejam bem vindos ao mundo real.

Porém, resta aquela parcela de ignorantes, desinformados, cretinos, negacionistas, mal intencionados, fanáticos, lunáticos e seres desprovidos de cérebro ou de caráter que ainda se declaram (ou escondem, mas são) eleitores bolsonaristas.

Daí despontam os mais empolgados cúmplices e bajuladores do bolsonarismo nas redes, sempre justificando todos os erros e crimes do mito mitômano, defendendo a bandidagem governista e atacando quem se opõe a essa escória. Há um um perfil típico, inconfundível, o que ao menos facilita separarmos os vermes da civilização. Coitadinhos. O fim deles está próximo.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Tarcisio é o melhor! Que Tarcisio? Tarcisio Meira?


Só se for… Mas o “eleitogado” bolsonarista é tão submisso e cretino, que se o presidente demente mandar votar na Wal do Açaí (aquela assessora fantasma do Bolsonaro que nunca pisou em Brasília, mas foi usada para desviar dinheiro público), a escória vota!

Surgiram como especulações, desde 2018, os nomes de Abraham Weintraub, Ricardo Salles, Filipe Sabará, Joice Hasselmann, Datena, até o próprio Mamãe Falei antes de o MBL romper com Bolsonaro e ele ser cancelado por um misto de canalhice e estupidez, mas o candidato enfim benzido pelo mito mitômano para o Governo de São Paulo é Tarcisio Gomes de Freitas.

Oi? Quem? Um carioca desconhecido, forasteiro, aventureiro, alienígena oriundo da bolha dos lunáticos e extremistas bolsonaristas quer governar o maior, mais rico e mais importante estado do país? Valha-me, Deus! Já não basta eleger o chefe da milícia, querem regionalizar suas quadrilhas?

O último carioca eleito em São Paulo foi o prefeito Celso Pitta, cria de Paulo Maluf e do “rouba, mas faz”. Esse ministro-candidato é uma espécie de atualização dessa corja política em tristes tempos bolsonaristas: “rouba e não faz”. Que vivência política tem este cidadão? E experiência administrativa? E currículo como gestor? E familiaridade com as complexidades dos paulistas? Zero!

Seria um “zero à esquerda” se não fosse apenas um pau-mandado imprestável da direita mais abjeta da politicalha nacional. Um carregador de mala da familícia, operador dos oportunistas, fisiológicos e corruptos do Centrão. Aquele tipinho que o eleitor que votou no Bolsonaro fingia combater. Fraude!

Pior: Tarcisio vai se filiar ao Republicanos, o braço político da Igreja Universal, para garantir uma coligação estadual e nacional da turma do Edir Macedo com o PL, novo partido do Bolsonaro e propriedade do mensaleiro condenado Valdemar Costa Neto, “capo di tutti capi”. Ou “tutti buona gente”. Cazzo!

quinta-feira, 24 de março de 2022

Quem será o futuro governador de São Paulo?


Pela primeira vez em 30 anos, o PSDB pode ser derrotado na disputa pelo Governo de São Paulo. E mesmo se vencer com o atual vice-governador Rodrigo Garcia, será na essência uma derrota para aquele núcleo legítimo da social-democracia fundada por Covas, Serra, Montoro, FHC & cia. tucana da década de 80.

É um fato inédito nesta nossa geração ter candidatos de oposição com chances reais de governar São Paulo: de Marcio França (PSB) ou Fernando Haddad (PT), o candidato que for escolhido por Lula, a Tarcísio de Freitas, o ministro forasteiro que Bolsonaro decidiu impor no Estado.

Aliás, o bolsonarismo também está em crise. Se não bastasse a ameaça de Lula vencer até mesmo no 1º turno, a direita lunática segue em conflito dentro das bolhas bolsonaristas. Muito apoiador do presidente preferia ter entre os candidatos ao Governo, em vez de importar o carioca Tarcísio, os ex-ministros paulistas Abraham Weintraub ou Ricardo Salles. Mas o gado vai atender ao toque do berrante.

A questão em São Paulo é se bastará a indicação de Bolsonaro para fazer decolar essa candidatura de um extremista neófito para derrubar os experientes e bem estruturados Rodrigo Garcia, Marcio França ou Fernando Haddad, todos já testados como políticos e gestores.

Que o eleitorado paulista tenha sabedoria para fazer o bolsonarismo voltar para o esgoto de onde jamais deveria ter saído. Vamos derrotar Bolsonaro e o candidato dessa escória em São Paulo, para o bem de todos e felicidade geral da Nação (menos os milicianos, os bandidos e os imbecis).

quarta-feira, 23 de março de 2022

Escolinha do pastor corrupto sob direção da familícia


O mais recente escândalo das milícias bolsonaristas expõe o ministro da Educação Milton Ribeiro, que infelizmente é paulista, para nossa vergonha (assim como é o próprio Bolsonaro, por acidente geográfico), e uma quadrilha de pastores evangélicos assaltantes dos cofres públicos.

Cada enxadada neste governo é uma minhoca de corrupção. Se não fosse o foro privilegiado, a familícia já estaria atrás das grades. Mas os fanáticos e lunáticos do bolsonarismo, alheios ao mundo real, seguem acreditando que o presidente demente é o suprassumo da honestidade. Aham!

Eu sempre me lembro daquela frase “Me chama de corrupto, p***a!”, pronunciada entre berros e perdigotos, bem ao estilo asqueroso do mito mitômano. Pois, então. O bolsonarismo é um antro de bandidos, cafajestes, milicianos, oportunistas e idiotas (que cada um vista a sua carapuça).

Aqui seguiremos denunciando essa fraude da política e fraquejada da humanidade. Bolsonaro e sua escória de seguidores, apoiadores e eleitores vão ser derrotados nas urnas em outubro e logo mais responder na Justiça pelos crimes que, por enquanto, seguem impunes graças a essa rede de proteção canalha do poder.

terça-feira, 22 de março de 2022

Parque da Mooca: o golpe tá aí, cai quem quer! Cadê o prefeito e os vereadores que não se manifestam?


Quando os vereadores se unem para defender o interesse particular contra o bem público, ou advogam, por exemplo, em favor do mercado imobiliário (coincidentemente de onde sai o maior volume das contribuições da iniciativa privada para suas campanhas eleitorais) e contra as mais justas reivindicações da comunidade e da maioria dos paulistanos, já sabemos que somos a parte mais fraca desse cabo de guerra político e financeiro.

Repetimos aqui à exaustão a história do antigo terreno contaminado durante décadas pela Esso e que pode se tornar um grande parque público na Mooca (que hoje é um dos bairros com menor índice de áreas verdes por habitante), neste que é o último espaço aberto disponível para tal destinação em todo o centro expandido de São Paulo.

No Parque Augusta, para citar um caso idêntico, prevaleceu o interesse da maioria e o bom senso do poder público, após pressão popular e a intervenção da mídia e da justiça. Na Mooca, por enquanto, a ideia predominante na Câmara e na Prefeitura é a de manter a área destinada à construção de dezenas de prédios residenciais em condomínios de alto padrão, e preservar o verde em apenas uma fração do terreno como um grande jardim particular para uma casta de privilegiados moradores dos futuros empreendimentos.

Entendeu o tamanho do absurdo? Há uma falsa narrativa - difundida por quem tem interesse direto nos investimentos imobiliários (e milionários) - de dizer que dar prioridade para a moradia em grande parte deste terreno é a melhor solução para preservar a área na sua totalidade. Mentira! Balela! Isso aí é discurso de quem quer se beneficiar pessoalmente no negócio.

A melhor - e única solução aceitável - é implantar um parque em 100% da área, reunindo a comunidade, o poder público e a iniciativa privada, revitalizando o bairro e reurbanizando todo o seu entorno, que possui espaço de sobra na extensão da linha férrea, com galpões e indústrias abandonadas e prontas para projetos modernos, inovadores, eficazes e sustentáveis de moradia, comércio, cultura, lazer e prestação de serviços.

Podem até fazer valer a vontade dos donos do poder e do dinheiro contra a maioria da população que está preocupada com a saúde, o meio ambiente, o futuro e a qualidade de vida de todos os paulistanos. Podem vencer os interesses inconfessáveis de meia dúzia contra o bem de toda a coletividade. Mas não vão nos calar nem impor a mentira dessa versão oficial contra a verdade dos fatos. Aqui ninguém é trouxa nem colocou a consciência à venda. Vamos à luta!

segunda-feira, 21 de março de 2022

A morte anunciada do PSDB e o sepultamento da 3ª via


Nesta semana, o ex-governador Geraldo Alckmin, fundador e uma das principais lideranças históricas do PSDB, anunciou que se filiará ao PSB e deve ser candidato a vice-presidente na chapa do petista Lula. A definitiva pá de cal naquela natimorta 3ª via.

O que muita gente acha um absurdo tem algum sentido para quem entende que derrotar Bolsonaro é a maior prioridade destas eleições, permitindo inclusive a composição de tradicionais adversários político-partidários contra o inimigo em comum da democracia e da civilização.

Se essa união pontual vai funcionar, só descobriremos em outubro. Porém, a fratura exposta no PSDB é o que mais nos chama a atenção, não apenas com a saída de Alckmin, mas com os conchavos para derrubar a candidatura presidencial de João Doria, as movimentações de Eduardo Leite (que ameaça ser candidato pelo PSD) e uma sequência interminável de tiros no pé.

O PSDB vai perder a sua sexta eleição consecutiva (2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). Já são 20 anos fora do poder desde o fim do governo FHC. Em estados como São Paulo, que tem o domínio tucano há 26 anos, pela primeira vez a oposição chega com chances reais e objetivas de vencer.


Na Câmara dos Deputados, o PSDB virou um puxadinho bolsonarista, liderado por um bando de oportunistas e corruptos ligados ao Centrão e que em nada lembra as origens na década de 80 do Partido da Social-Democracia Brasileira de Covas, Montoro, Serra, Alckmin e FHC.

O próprio FHC já sinalizava uma necessária refundação do PSDB, que se daria em torno do projeto presidencial de Luciano Huck. A ideia foi abortada pelo apresentador, que optou por seguir na Rede Globo, agora aos domingos. Dessa iniciativa restou apenas a parceria ensaiada com o Cidadania (ex-PPS) numa federação partidária que não vai dar em nada, a não ser preservar as estruturas cartoriais dessas legendas decadentes e o acesso garantido aos cofres públicos.

Conclusão: esses partidos que já foram protagonistas no cenário nacional, com presidente da República, ministros, governadores, senadores e bancadas majoritárias no Legislativo, viraram meros coadjuvantes da política brasileira. A eleição será mesmo polarizada. Alguns vão se arranjar (como sempre) no futuro governo. Outros pensam em liderar a oposição (outra ilusão). De todo modo, um triste fim.

quinta-feira, 17 de março de 2022

Dia de vale-tudo eleitoreiro para impulsionar as campanhas de Doria e Bolsonaro


Beira a pilantragem esse decreto de liberação do uso de máscaras em lugares fechados no Estado de São Paulo. Isso porque a decisão não está associada ao fim da pandemia. Muito pelo contrário. É um ato desesperado do governador João Doria para impulsionar sua natimorta candidatura presidencial, a poucos dias da renúncia exigida por lei para ser candidato.

Ele vai perder feio - nós sabemos - mas tenta reverter a polarização entre Bolsonaro e Lula com esses golpes eleitoreiros. Todo o inegável legado de Doria para a saúde da população paulista e brasileira, como foi a iniciativa corajosa de tomar a frente na produção de vacinas ou no impopular mas necessário lockdown, vai agora por água abaixo com o marketing político atropelando a ciência e o bom senso.

Se ele já tinha a rejeição de boçais bolsonaristas, de negacionistas e de lunáticos contrários à vacina e às medidas de isolamento, vai somar agora a antipatia de quem o aplaudiu pela boa gestão e governança até então no enfrentamento do presidente demente. Não nega a origem e tudo aquilo que os críticos apontam para lhe definir como uma fraude.

Doria, infelizmente, volta a se assemelhar com Bolsonaro na irresponsabilidade e na mesquinhez do vale-tudo pelo voto. Ressuscita o “BolsoDoria”, monstrengo inventado para lhe beneficiar nas urnas a qualquer custo. Pior: tudo indica que dessa vez uma derrota acachapante lhe espera na curva. Coitado.

Enquanto isso, Bolsonaro bota as manguinhas de fora para a reeleição ao liberar parte do FGTS, antecipar o 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS, lançar um programa de microcrédito digital e ampliar os empréstimos consignados. O pacote do dia é chamado pelo Ministério do Trabalho e Previdência de “Programa de Renda e Oportunidade”. Deveria ser rebatizado de Programa do Rombo e do Oportunismo. Candidatos canalhas!

terça-feira, 15 de março de 2022

O Brasil vai à guerra em outubro contra o nosso maior inimigo


Muita gente pergunta por que passamos dias e dias sem postar nada na página? A resposta é simples, direta e objetiva: É que dá um desânimo danado escrever sobre política diante da realidade brasileira e mundial.

O noticiário é uma desgraça: quando não é sobre a guerra, lemos as notícias de política pensando se tratar de polícia. Só dá malandragem, bandidagem, ladroagem, escândalos. Tem conchavo disso e daquilo. Denúncia contra este ou aquele. Quem se salva?

Tratamos do assunto porque acreditamos que o eleitor precisa votar melhor: para presidente, para governador, para deputado, para senador (isso agora em outubro); para prefeito e vereador (daqui a dois anos). Sempre repetimos esse mantra: “Vote consciente”. Mas não parece funcionar muito, ultimamente.

Nosso asco por Bolsonaro é declarado. Não é só o pior presidente de todos os tempos, mas um lixo de ser humano (se for um, essa fraquejada da natureza). Ele, a família e seus seguidores lunáticos apaixonados. Fazemos questão de registrar a nossa opinião para nos separar desse esgoto da civilização.

Não temos NENHUM político de estimação. Não fazemos propaganda para ninguém! Cobramos, fiscalizamos e criticamos igualmente TODOS os partidos, candidatos e mandatários. Mas alguns são nossos adversários (por questões éticas, ideológicas, comportamentais). Outros são inimigos da humanidade. Bolsonaro e os bolsonaristas estão nessa classe que dão nojo e precisam ser derrotados no voto e na lei. Para sempre!

quarta-feira, 2 de março de 2022

A importância do Parque da Mooca também no enfrentamento das enchentes: a solução está pronta na Câmara Municipal. Eles vão nos ouvir dessa vez?


Enquanto a população paulistana vai contabilizando os prejuízos por mais uma enchente, como é típico em todo começo de ano, vamos pedir outra vez a atenção da Prefeitura e da Câmara de São Paulo para o projeto do Parque da Mooca.

Alô, prefeito Ricardo Nunes, vereadoras e vereadores paulistanos. Vocês conseguem compreender a importância de manter áreas verdes preservadas e permeáveis na malha urbana até para minimizar as enchentes e os efeitos deletérios das mudanças climáticas?

Vamos retomar um assunto recorrente, que não parece preocupar ou sensibilizar muito o poder público, mas que é essencial para a região metropolitana de São Paulo, para a sustentabilidade, a saúde e a qualidade de vida de toda a população.

Vocês estão analisando o Plano Diretor da cidade e diversos projetos de intervenção urbana que vão redefinir as regras de planejamento, crescimento e ocupação da capital paulista, com reflexos permanentes para o futuro de todos nós.

Então, nada mais justo que repetirmos a antiga e meritória reivindicação da aprovação do Parque da Mooca na totalidade do terreno da antiga Esso. Uma iniciativa absolutamente simples, basta vontade política, mas que vai ser marcante para as nossas vidas. Apóiem esta causa, por favor!

Não permitam que esta área que é a última disponível em todo o centro expandido para a implantação de um grande parque público, preservado e permeável, seja destruída por empreendimentos imobiliários e pela ganância financeira de uns poucos privilegiados e inconsequentes.

Espaço para moradia não falta nessa região da Mooca, com suas antigas fábricas, galpões abandonados, comércio deteriorado, velhos cortiços, ruas inundadas por enchentes e as margens da linha férrea que clamam por uma intervenção urbanística eficaz.

Claro que habitação sempre será uma ação prioritária de governo, mas respeitem por favor esse nosso último ambiente em que podemos resgatar um pouquinho da nossa flora e fauna, dando literalmente um respiro nesse ambiente cinza sufocante e impermeável.

Contamos com a ação responsável e consciente de cada vereador e vereadora da cidade de São Paulo, do prefeito e do governador. Os projetos que podem dar a destinação reivindicada para a área do Parque da Mooca estão todos em condição de pauta na Câmara. Dêem este presente à cidade! Façam a coisa certa!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Uma chance pela paz e pela vida


Toda guerra é insana e merece total repúdio. Mais ainda quando envolve ideias expansionistas ou subjuga países mais fracos por líderes autoritários e sem qualquer resquício de humanismo e bom senso. Quantas vítimas inocentes morrem por motivos absolutamente injustificáveis?

A invasão da Ucrânia pela Rússia é mais uma dessas páginas deploráveis da História. E aqui não buscamos mocinhos ou vilões. Não faz muita diferença se os invasores são de esquerda ou de direita, se os motivos alegados são ofensivos ou defensivos, se a soberania e a liberdade de uns estão ameaçadas pelos outros ou vice-versa. A insanidade é generalizada.

Temos o azar de viver nessa época de fraquejadas da natureza como Bolsonaro, Putin, Trump e outros políticos doentes da atualidade que chegaram ao poder e tem a força de seguidores igualmente incivilizados e psicopatas. Repetição cíclica da era de Hitler, Mussolini, Franco, Stalin e outros. Tristes tempos.

O mundo corre riscos inimagináveis. Se não bastasse todo o mal que o homem faz a si mesmo, à vida e à natureza com as agressões ao clima, à terra, ao ar, às águas, à flora e à fauna, há todo esse contexto de disputas sangrentas pelo hegemonismo político, ideológico, econômico, religioso, cultural e comportamental entre as nações e seus representantes muitas vezes indignos e despreparados.

Não são fronteiras territoriais que vão nos separar indefinidamente, nem diferenças políticas, pessoais ou financeiras. Mas será a união de homens e mulheres conscientes que vão nos manter vivos. Queremos paz. Precisamos sobreviver e vencer estes insanos com civilidade, humanismo, inteligência, coragem, liberdade e fé.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Político gosta de poder, dinheiro e troca-troca


Neste fim-de-semana, várias movimentações dentro dos partidos indicam que vem aí uma migração sem precedentes de políticos interessados em se (re)eleger em outubro. As novidades são as federações partidárias e a janela eleitoral que se abrirá entre março e abril para liberar o troca-troca dos deputados.

O Cidadania (que já foi PCB e PPS, presidido há mais de 30 anos pelo onipotente Roberto Freire) aprovou uma federação com o que vai restar do PSDB após as sucessivas implosões no ninho tucano, que perdeu qualquer resquício da legítima social-democracia brasileira. Hoje é um reduto de fisiológicos, corruptos e oportunistas.

Geraldo Alckmin e Eduardo Leite estão de saída. Aécio Neves, Tasso Jereissatti, José Anibal e Aloysio Nunes tentam ainda minar a candidatura de João Doria. José Serra e FHC observam tudo de longe, afastados da direção. Resta saber o que restará do espólio tucano após a derrota presidencial iminente - a sexta consecutiva, em 20 anos.

Essas duas legendas (PSDB e Cidadania) vão perder deputados na janela e provavelmente não agregar ninguém. É o movimento inverso do PL, nova morada eleitoral do bolsonarismo. O PSD de Kassab, que atira para todos os lados, deve crescer um pouco. União Brasil (fusão do DEM com o PSL) vai se manter grande apesar da debandada pró-Bolsonaro. O PT de Lula fica na mesma, como seus aliados.

O PDT de Ciro Gomes, o Podemos de Sergio Moro e o MDB de Simone Tebet seguem praticamente do mesmo tamanho, com seus presidenciáveis não conseguindo empolgar muitos deputados para a migração de legendas. Tem ainda as outras siglas do Centrão, que são sempre um destino lembrado na hora da politicagem e do leilão eleitoreiro na Câmara e no Senado.

Uma coisa é certa: quando os políticos e os partidos estão se dando bem, é o Brasil que vai de mal a pior. Essas federações são simplesmente uma pedalada na legislação vigente, para driblar a proibição das coligações e o instituto da cláusula de barreira que restringiria os partidos sem grande representação.

Com essas manobras e negociatas, todos sobrevivem por mais quatro anos, mantém o funcionamento dos cartórios partidários e o assalto aos cofres públicos por meio dos fundos bilionários que são destinados aos partidos e aos candidatos, para preservar seus feudos e privilégios. A pouca vergonha de sempre.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Prefeito Ricardo Nunes, vereadoras e vereadores paulistanos: de que lado vocês estão?


Neste ano em que será revisto o Plano Diretor e também aprovada uma série de operações urbanas e planos de intervenções que vão mudar a identidade de São Paulo e redefinir o nosso futuro, precisamos redobrar a atenção sobre o prefeito Ricardo Nunes e a Câmara Municipal.

Tenham certeza de que faremos marcação cerrada, recorrendo ao Legislativo e ao Judiciário, à imprensa, às redes sociais e ao Ministério Público sempre que for necessário para garantir a sustentabilidade, a qualidade de vida e a preservação dos direitos sociais da maioria dos cidadãos paulistanos.

Um exemplo muito objetivo é uma reivindicação antiga nossa e dos moradores da Mooca, o bairro com menor índice de áreas verdes por habitante na cidade. Temos na região o terreno da antiga Esso, que por décadas contaminou o solo com seus produtos químicos e posteriormente levamos outros tantos anos para o processo de descontaminação.

A comunidade e alguns vereadores, com projetos em tramitação, pedem um parque na totalidade do terreno. Mas a Operação Urbana Bairros do Tamaduateí destina metade da área para exploração imobiliária (e consequentemente a outra metade vai virar primeiro um canteiro de obras, e, depois, um corredor de jardins anexos aos condomínios, privilegiando uns poucos em detrimento da maioria).

Isso simplesmente não pode acontecer. Atenção prefeito, vereadoras e vereadores. Está nas mãos de vocês a correção deste crime ambiental, social, urbano e contra a vida de milhões de habitantes de São Paulo. Se houver o mínimo senso de justiça, cidadania, espírito público e preocupação com a coletividade, o parque será aprovado no terreno e iniciado nesta gestão. Do contrário todos serão cúmplices dessa aberração histórica.

Ao lado deste mesmo terreno, outro absurdo inominável: querem destruir a tradicional praça Dr. Eulógio Emílio Martinez para prolongar uma rua sem saída (a rua Lítio, que tem duas casas apenas com acesso pela rua Vitoantonio Del Vecchio) para permitir um segundo acesso a um futuro empreendimento imobiliário de alto padrão. Nada mais atentatório ao interesse geral.

Portanto, estamos de olho. Basta uma emenda aos projetos urbanísticos que entrarão em pauta na Câmara nos próximos dias, e também sensibilidade e vontade política para fazer valer a justa cobrança dos paulistanos que pretendem simplesmente respirar e garantir um pouquinho de esperança, justiça e vida para quem já está por aqui e ainda virá por aí. Será possível?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

A morte de 27 pessoas em São Paulo. E a culpa é de quem?


Morrer gente em época de chuvas, por causa de enchentes, deslizamentos, desmoronamentos, quedas de árvores, enxurradas, acidentes de trânsito, afogamentos etc. não é nenhuma novidade. Acontece todo ano, há décadas. Mas essas tragédias recorrentes tem alguns culpados. Ou não?

Nesta semana foram 27 mortes apenas no estado de São Paulo, o mais rico e populoso do país. Já há quem jogue a culpa no governador João Doria, no governo há dois anos, pela falta de obras preventivas. Também o presidente Bolsonaro é o culpado para outros tantos, por se negar a liberar verbas para os piscinões anti-enchentes.

Claro que os governantes (os atuais e os anteriores) devem ser responsabilizados e tem enorme parcela de culpa. Mas não é apenas o Executivo. Bote aí na lista de cobranças o Legislativo e o Judiciário. O Ministério Público. A imprensa. Os negacionistas das mudanças climáticas. O eleitor que vota mal. A sociedade que não exige soluções viáveis, eficazes e permanentes.

Enquanto os políticos digladiam pelo seu voto a cada eleição e você cai na conversinha marqueteira deles, preocupado se fulano é direitista ou beltrano muito esquerdista, estão aí brasileiros morrendo à nossa direita, à nossa esquerda e à nossa frente. Você percebe que é massa de manobra?

Claro que é importante saber qual a ideologia e o passado dos candidatos, mas se preocupe primeiro em eleger quem tem propostas concretas para o dia a dia do país, a sustentabilidade, a saúde, a educação, a cultura, a economia, a justiça social, a qualidade de vida. Vamos tentar acertar dessa vez.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

E aí, vamos votar errado outra vez?


Enfim a política institucional volta a funcionar agora com os políticos retornando do recesso. Também o Supremo Tribunal Federal terá um papel decisivo nesta semana para confirmar ou não a permissão das federações partidárias e os seus prazos finais.

A princípio, a legislação que estabeleceu as federações (essa pedalada sacana na proibição das coligações) determina que a junção dos partidos deve estar formalizada em apenas dois meses. Um tempo bastante restrito para juntar água e óleo, interesses diversos, ideologias distintas e a egolatria de cada candidato.

Daqui a oito meses o brasileiro estará nas urnas para votar para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Desde a redemocratização, após os 21 anos de ditadura, nunca as nossas instituições democráticas e republicanas estiveram tanto em risco como neste momento. Fica esperto!

É difícil contar com a responsabilidade, a coerência e o comprometimento público desses atuais inquilinos do poder (do Executivo, do Legislativo e do Judiciário). Então, vamos torcer por uma luz na consciência do eleitorado. Que saibamos votar melhor para não persistir nos mesmos erros que afundam o país.

Informe-se. Reflita. Não caia nos velhos truques das campanhas eleitorais bilionárias. Reaja a fanáticos e lunáticos de direita ou de esquerda. Não acredite em qualquer coisa que você vê postada nas redes. Duvide de promessas mirabolantes ou de quem diz que sozinho vai mudar a política. Não existem salvadores da pátria. O golpe tá aí, cai quem quer.

sábado, 29 de janeiro de 2022

Escolha o seu presidenciável de estimação, mas antes de jogar pedra no adversário veja o telhado de vidro do seu candidato


Ao que parece (pelo menos é o que a grande mídia nos mostra diariamente), o destino do Brasil para os próximos quatro anos está para ser definido na eleição de um dentre esses três presidenciáveis: Jair Bolsonaro, Lula ou Sergio Moro.

O tema da corrupção já foi o grande responsável pela vitória de Bolsonaro em 2018 e segue como prioridade de Moro. Afinal, Lula foi preso pelas supostas vantagens recebidas após seus dois governos (e outros dois da Dilma): um sítio em Atibaia, um triplex no Guarujá, ganhos milionários com palestras, a corrupção na Petrobras etc.

Mas agora a maioria das denúncias contra Lula prescreveram e ele está reabilitado como candidato (favorito, inclusive). Moro, ao contrário, teria desrespeitado o devido processo legal nas condenações, atuado com parcialidade inaceitável e não conseguido apresentar provas convincentes que justificassem as penas aplicadas. O jogo virou.

Pior: além de desprezar princípios constitucionais e gerar suspeição sobre todas as suas decisões assumidamente parciais contra Lula e o PT, Moro está sendo acusado de ter recebido mais de R$ 3,5 milhões de várias empresas vinculadas à operação Lava Jato, num único ano de contrato na iniciativa privada. Faltou apenas explicar por qual trabalho exatamente ele foi tão bem remunerado.

A opção mais canalha do eleitorado ainda é reeleger Bolsonaro. O verme. A farsa. Rodeado pelos corruptos do Centrão, ex-presidiários da Lava Jato, milicianos, negacionistas, fascistas, fanáticos e lunáticos dessa escória da sociedade brasileira. Ele próprio e seus filhos protegidos pelo foro privilegiado e pelo aparelhamento criminoso da polícia e da justiça.

Mais cedo ou mais tarde todos acabarão condenados, podem apostar. A dúvida é de quanto tempo isso levará. Bolsonaro está no seu quarto ano na presidência. Lembre-se que o próprio Lula só foi punido mais de 15 anos depois da sua primeira eleição. Então, antes de jogar pedra no candidato inimigo, saiba que todos tem seu telhado de vidro. Já escolheu o seu?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Bolsonaro: de presidente a presidiário


É impressão minha, apenas, ou de fato o Brasil vai de mal a pior? O presidente demente terá mais um ano pela frente, sustentado pela escória da política e da sociedade. Seres tão repugnantes quanto o próprio verme que se elegeu em 2018 e segue firme como candidato à reeleição. Ninguém reage?

Não é possível que este cafajeste cumpra impunemente o seu mandato sem que algum freio jurídico e constitucional seja imposto por qualquer instituição republicana, ou pelo tal estado democrático de direito. Cadê a polícia? Cadê a justiça? Cadê o congresso? Cadê o bom senso do brasileiro?

Por muito menos, dois presidentes sofreram impeachment, um renunciou, outro se matou. Não que tenhamos esperança de algum gesto de grandeza de Jair Bolsonaro, mas qualquer saída (como Dilma, Collor, Jânio ou Getúlio) seria bem-vinda. Só que ninguém faz nada.

Em qualquer país sério, a familícia já estaria na cadeia. Aqui, segue no poder quando deveria estar no lixo da História. Sem reação popular, muito crime, muita maldade, muita irresponsabilidade continua a ser praticada. Contra a saúde, contra a economia, contra a cultura, contra a educação, a sustentabilidade, o meio ambiente e a vida. Até quando?